NÃO SEJAMOS ANJINHOS!
Não sejamos anjinhos.
Quem está no poder quer perpetuá-lo e não o larga de mão beijada!
Quem está no poder sabe que a oposição pensa e age dentro da filosofia de:
-“Hay Gobierno? Entonces yo soy contra”
O Governo não apaparica a oposição nem esta está interessada na estabilidade governamental! Só obrigado a isso por factores externos, caso actual!
O caso do circo da divulgação das escutas não passa dum fait-divers, pois até parece que quem divulga as escutas não esconde os interesses que representa! Gente séria?
À partida, pela prática demonstrada, a arte da política é mentir com a maior seriedade e naturalidade possível, sempre escudada em factos circuntanciais ou processuais quando não cumpre. Aos políticos não adianta acusarem-se, mutuamente, sobre técnicas de pasto, porque são pastores do mesmo rebanho que gostam de tosquiar para obterem boa lã! Bom cabedal! Boa fazenda!
Isto de agora toda a oposição atacar o Sócrates de ter segredos e andar a conluir manobras de reforço de poder não é nada de novo sob o sol! Não sejamos anjinhos! Quem estiver inocente que atire a primeira pedra. Se há segredos de Estado, que não podem ser divulgados (não há transparência que nos valha) por que razão, o Primeiro-Ministro não há-de ter os seus?
Afinal, o segredo não é a alma do negócio? Andamos a brincar ou quê?
O povo até pode derrubar o Governo, aliás nada é eterno, mas não pense que quem para lá vai é diferente de quem de lá saiu! Acreditam no Portas? Acreditam na Manuela Fereira Leite? Acreditam no Louçã e no Jerónimo? São uns anjinhos?
Todos eles são transparentes? Que se saiba, os corpos humanos ainda são opacos!
Vamos ser claros: Cada um tem os seus segredos!
Assim, dentro da reciprocidade, deixem que outros tenham os seus e não estejam à espera que os políticos sejam sérios. A única diferença é que uns sacam mais que outros! As escutas mais não são que conversa de lavadeiras no ribeiro a contar a vida alheia? Só isso! Não sejamos anjinhos nem esperemos que estes sejam militantes partidários!
Entre Governo e Oposição não metamos nossa isenção, porque ambos mentirosos são!
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Operário "ladrão"
OPERÁRIO "LADRÃO"
“Ladrão” sem sorte
Foi aquele que roubou
E que depois descobriu
Que o pão que roubara
Afinal era seu!
Quiseram-no condenar,
Mas ele argumentou:
O pão acabado de roubar
Fora seu pai que suou!
O juíz não quis saber!
Mandou-o para a prisão
Para ainda mais sofrer!
É duro para um “ladrão”,
Que para seu pão comer
Só com outra revolução!
..........xxxxxxxxxx...............
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
“Ladrão” sem sorte
Foi aquele que roubou
E que depois descobriu
Que o pão que roubara
Afinal era seu!
Quiseram-no condenar,
Mas ele argumentou:
O pão acabado de roubar
Fora seu pai que suou!
O juíz não quis saber!
Mandou-o para a prisão
Para ainda mais sofrer!
É duro para um “ladrão”,
Que para seu pão comer
Só com outra revolução!
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
LEYA O MODO DE DESTRUIR!
Era dia quando li a notícia, no JN, sobre a gilhotinação, por parte da Editora Leya, de milhares de livros, entre eles obras do Eugénio de Andrade e de Jorge de Sena, ficando logo o dia em negra escuridão!
Qual a impossiblidade de não dar os livros às bibliotecas, escolas, prisões, hospitais e aos PALOP? Bastava só soar o alarme de estarem prestes a ser guilhotinados que não faltariam particulares e instituições em os ir bucar à editora! É um crime deitar pão fora quando há barrigas a dar horas. É um crime guilhotinar milhares de livros quando há fome e sede de conhecimento!
Desde a antiguidade que os poetas eram tidos como seres superiores, próximos de deuses. Ser poeta era ser criador! Como tal protegidos pelos poderosos! Agora não! Suas obras até guilhotinadas são!
A corte persa de Mahmud de Ghazna, por exemplo, albergou 400 poetas, cuja função era didática, o que destaca o papel ético-político da poesia como elemento cultural educador dos cidadãos!
Curioso que, até na evangelização do Brasil, a poesia era usada para catequizar os autócnones!
Porém, se a poesia é o perfume da alma, a forma mais íntima da expressão espiritual do Homem, ela pouco lhe rende! O seu “lucro” é mais o reconhecimento geral do que a acumulação de bens materiais!
Da literatura, o ramo poético, em particular, pouco vende!
Se o poeta não consegue ver seus versos editados já fica feliz em os soltar no ar intimista duma tertúlia de amigos. Antigamente era nas cortes reais, onde protegidos, ou em serões palacianos da fidalguia ou da posterior e rica burguesia!
Escasseiam mecenas e cada obra é analisada sob o prisma do êxito material, não como valor contribuitivo para a parte mais espiritual do homem, não a material!
Hoje, a realidade é outra, mas terra que não descubra e não apoie seus poetas, seus artistas, é pobre de espírito ou curta de vistas!
Mas atenção, que o poder não reside na ilusão quem pensa que o tem, porque o verdadeiro poder reside na vontade de quem obedece!
E como dizem os poetas: Há sempre quem diga não e quem não vá por aí!
Não guilhotinem corpos nem livros que deles são almas!
............................xxxxxxxxxxxxxxxxxxx............................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá.buraque)
4510-204 Rua das bocas, 880-S. Pedro da Cova
Era dia quando li a notícia, no JN, sobre a gilhotinação, por parte da Editora Leya, de milhares de livros, entre eles obras do Eugénio de Andrade e de Jorge de Sena, ficando logo o dia em negra escuridão!
Qual a impossiblidade de não dar os livros às bibliotecas, escolas, prisões, hospitais e aos PALOP? Bastava só soar o alarme de estarem prestes a ser guilhotinados que não faltariam particulares e instituições em os ir bucar à editora! É um crime deitar pão fora quando há barrigas a dar horas. É um crime guilhotinar milhares de livros quando há fome e sede de conhecimento!
Desde a antiguidade que os poetas eram tidos como seres superiores, próximos de deuses. Ser poeta era ser criador! Como tal protegidos pelos poderosos! Agora não! Suas obras até guilhotinadas são!
A corte persa de Mahmud de Ghazna, por exemplo, albergou 400 poetas, cuja função era didática, o que destaca o papel ético-político da poesia como elemento cultural educador dos cidadãos!
Curioso que, até na evangelização do Brasil, a poesia era usada para catequizar os autócnones!
Porém, se a poesia é o perfume da alma, a forma mais íntima da expressão espiritual do Homem, ela pouco lhe rende! O seu “lucro” é mais o reconhecimento geral do que a acumulação de bens materiais!
Da literatura, o ramo poético, em particular, pouco vende!
Se o poeta não consegue ver seus versos editados já fica feliz em os soltar no ar intimista duma tertúlia de amigos. Antigamente era nas cortes reais, onde protegidos, ou em serões palacianos da fidalguia ou da posterior e rica burguesia!
Escasseiam mecenas e cada obra é analisada sob o prisma do êxito material, não como valor contribuitivo para a parte mais espiritual do homem, não a material!
Hoje, a realidade é outra, mas terra que não descubra e não apoie seus poetas, seus artistas, é pobre de espírito ou curta de vistas!
Mas atenção, que o poder não reside na ilusão quem pensa que o tem, porque o verdadeiro poder reside na vontade de quem obedece!
E como dizem os poetas: Há sempre quem diga não e quem não vá por aí!
Não guilhotinem corpos nem livros que deles são almas!
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá.buraque)
4510-204 Rua das bocas, 880-S. Pedro da Cova
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Uma ilha manda num continente?
UMA ILHA MANDA NUM CONTINENTE?
Quem manda pode senão arreia! O imbróglio das finanças regionais deriva, simplesmente, da Região Autónoma da Madeira, numa primeira fase, não ter aceite as mudanças democráticas da lei em 2007. Vai daí, para mostrar seu descontentamento, fez aprovar na Assembleia Regional uma lei que, como num jogo de ping-pong, exige a reposição da lei anterior, solicitando a sua retroactividade finaceira, com os valores inerentes traduzidos em centenas de milhões de euros! Em política, cada político tenta pressionar o escalão superior para que as resoluções dos problemas convirjam com os seus interesses. Neste caso, a Região Autónoma da Madeira, tendo o Dr. Alberto João Jardim como Presidente do Governo Rgional, tem pugnado pelos interesses do Arquipélago, estando -a história relacional com o governo central tem mostrado isso mesmo- a borrifar-se , constantemente, para a coesão nacional, como que em permanente oração do “venha a nós” e algumas vezes até dele ressalta laivos de independentismo, para reforçar as suas pressões! Dum modo ou de outro, certo é que uma ilha, de cedência em cedência por parte de quem devia ter pulso firme em desmandos despesistas inaceitáves, conseguiu ter o apoio de todos os partidos, à excepção do que serve de suporte ao Governo e obrigá-lo a fazer o que não quer! Claro que, pelo facto de tanto PSD, PCP E CDS terem o natural objectivo de crescimento eleitoral na Madeira, não tanto para apoiar o Dr. Alberto João Jradim, mas sim para bater o pé ao Governo, todos se esquecerem das grosserrias de estilo, sobejamente conhecido, do governante madeirense e em uníssono clamam de gritante injustiça não se dar mais dinheiro à segunda região mais rica de Portugal, que só com duas ilhas consegue gastar mais de 300 milhões do que as nove ilhas dos Açores! Premiar um ilha, a quém o Governo de Guterres perdoou toda a dívida, mas que já vai, novamente, em 1200 mil milhões é justo? Pode ser legal, mas não é.
Ainda bem que temos um ministro das finanças que não se curva para dançar o bailinho da madeira. Talvez dance o vira e o malhão, mas o bailar o bailinho da Madeira já mostrou que não quer dançar.
Pode até ser tudo muito legal, mas, penso eu, esta atitude de irresponsável apoio, diria mesmo próprio de inimputáveis políticos, não colherá apoio do eleitorado português! Por mim, eleições já! Nunca uma ilha poderá mandar num continente nem uma oposição ser governo! Até pode ser que tenhamos uma maioria de PSD PCP e BE. Já andam a treinar! Eleições, já. O povo decidirá.
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Quem manda pode senão arreia! O imbróglio das finanças regionais deriva, simplesmente, da Região Autónoma da Madeira, numa primeira fase, não ter aceite as mudanças democráticas da lei em 2007. Vai daí, para mostrar seu descontentamento, fez aprovar na Assembleia Regional uma lei que, como num jogo de ping-pong, exige a reposição da lei anterior, solicitando a sua retroactividade finaceira, com os valores inerentes traduzidos em centenas de milhões de euros! Em política, cada político tenta pressionar o escalão superior para que as resoluções dos problemas convirjam com os seus interesses. Neste caso, a Região Autónoma da Madeira, tendo o Dr. Alberto João Jardim como Presidente do Governo Rgional, tem pugnado pelos interesses do Arquipélago, estando -a história relacional com o governo central tem mostrado isso mesmo- a borrifar-se , constantemente, para a coesão nacional, como que em permanente oração do “venha a nós” e algumas vezes até dele ressalta laivos de independentismo, para reforçar as suas pressões! Dum modo ou de outro, certo é que uma ilha, de cedência em cedência por parte de quem devia ter pulso firme em desmandos despesistas inaceitáves, conseguiu ter o apoio de todos os partidos, à excepção do que serve de suporte ao Governo e obrigá-lo a fazer o que não quer! Claro que, pelo facto de tanto PSD, PCP E CDS terem o natural objectivo de crescimento eleitoral na Madeira, não tanto para apoiar o Dr. Alberto João Jradim, mas sim para bater o pé ao Governo, todos se esquecerem das grosserrias de estilo, sobejamente conhecido, do governante madeirense e em uníssono clamam de gritante injustiça não se dar mais dinheiro à segunda região mais rica de Portugal, que só com duas ilhas consegue gastar mais de 300 milhões do que as nove ilhas dos Açores! Premiar um ilha, a quém o Governo de Guterres perdoou toda a dívida, mas que já vai, novamente, em 1200 mil milhões é justo? Pode ser legal, mas não é.
Ainda bem que temos um ministro das finanças que não se curva para dançar o bailinho da madeira. Talvez dance o vira e o malhão, mas o bailar o bailinho da Madeira já mostrou que não quer dançar.
Pode até ser tudo muito legal, mas, penso eu, esta atitude de irresponsável apoio, diria mesmo próprio de inimputáveis políticos, não colherá apoio do eleitorado português! Por mim, eleições já! Nunca uma ilha poderá mandar num continente nem uma oposição ser governo! Até pode ser que tenhamos uma maioria de PSD PCP e BE. Já andam a treinar! Eleições, já. O povo decidirá.
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Mário Crespo é um sortudo!
MáriQuantos como o Mário Crespo, recebem um telefonema do Director do Jornal de Notícias, a pedir explicações?
Eu, por exemplo, dos muitos textos enviados muitos não foram publicados sem ter recebido a alta distinção dum telefonema, a pedir explicações! Por isso, eu digo que sortudo é o Mário Crespo!
É pá, zangou-se logo! Vê-se que não é um opinidor de fundo!
Eu, por exemplo, persisto, persisto!
Quem sabe, talvez um dia receba um telefonema do Director ou do dono, numa pausa do seu charuto!
Por agora, fico feliz se puserem este meu post na montra principal
É que, últimamente, os meus posts ficam a marinar na sombra e ninguém me telefona!
Vá lá Mário, tem calma.
Afinal, o Director do JN pode não ser republicano, mas o pessoal é bacano!
Aguardo, ansiosamene, que me telefomem! Se tal, prometo que comigo não se repete a cena abaixo:
"
Nota da Direcção
Mário Crespo cessa colaboração no JN
O jornalista Mário Crespo foi até ontem colaborador de opinião do Jornal de Notícias. Essa colaboração cessou por sua vontade. Acontece que, no domingo à noite, o director do JN o contactou dando-lhe conta das dúvidas que lhe causava o texto que Mário Crespo enviara para publicação no dia seguinte. Basicamente, no entender do director do JN o texto de Mário Crespo não era um simples texto de Opinião mas fazia referências a factos que suscitavam duas ordens de problemas: por um lado necessitavam de confirmação, de que fosse exercido o direito ao contraditório relativamente às pessoas ali citadas; por outro lado, a informação chegara a Mário Crespo por um processo que o JN habitualmente rejeita como prática noticiosa; isto é: o texto era construído a partir de informações que lhe tinham sido fornecidas por alguém que escutara uma conversa num restaurante.
Da conversa entre o director e o colaborador do jornal resultou que este decidiu retirar o texto de publicação e informou que cessava de imediato a sua colaboração com o jornal, o que a Direcção do JN respeita."
Um abraço Figas, a cumprir um dever de cidadania republicana!
Eu, por exemplo, dos muitos textos enviados muitos não foram publicados sem ter recebido a alta distinção dum telefonema, a pedir explicações! Por isso, eu digo que sortudo é o Mário Crespo!
É pá, zangou-se logo! Vê-se que não é um opinidor de fundo!
Eu, por exemplo, persisto, persisto!
Quem sabe, talvez um dia receba um telefonema do Director ou do dono, numa pausa do seu charuto!
Por agora, fico feliz se puserem este meu post na montra principal
É que, últimamente, os meus posts ficam a marinar na sombra e ninguém me telefona!
Vá lá Mário, tem calma.
Afinal, o Director do JN pode não ser republicano, mas o pessoal é bacano!
Aguardo, ansiosamene, que me telefomem! Se tal, prometo que comigo não se repete a cena abaixo:
"
Nota da Direcção
Mário Crespo cessa colaboração no JN
O jornalista Mário Crespo foi até ontem colaborador de opinião do Jornal de Notícias. Essa colaboração cessou por sua vontade. Acontece que, no domingo à noite, o director do JN o contactou dando-lhe conta das dúvidas que lhe causava o texto que Mário Crespo enviara para publicação no dia seguinte. Basicamente, no entender do director do JN o texto de Mário Crespo não era um simples texto de Opinião mas fazia referências a factos que suscitavam duas ordens de problemas: por um lado necessitavam de confirmação, de que fosse exercido o direito ao contraditório relativamente às pessoas ali citadas; por outro lado, a informação chegara a Mário Crespo por um processo que o JN habitualmente rejeita como prática noticiosa; isto é: o texto era construído a partir de informações que lhe tinham sido fornecidas por alguém que escutara uma conversa num restaurante.
Da conversa entre o director e o colaborador do jornal resultou que este decidiu retirar o texto de publicação e informou que cessava de imediato a sua colaboração com o jornal, o que a Direcção do JN respeita."
Um abraço Figas, a cumprir um dever de cidadania republicana!
Pela República e pelo espírito de a servir e não dela servir-se tenho eu pugnado nos órgãos de imprensa nacional e local, tanto em prosa com em verso.
Deste vez, o meu comentário é no sentido do exercício de cidadania.
Aqui vai o meu desabafo:
Embora existindo já a República ainda não temos republicanos para a servir!
Serão precisos ainda mais cem anos?
República temos, mas faltam republicanos!
UNS BACANOS
República temos,
Mas temos falta de republicanos!
Os que dizem que o são por inteiro
Fazem bacanais com o nosso dinheiro!
Mataram a monarquia
Mas os ditos republicanos
Ficaram novos amos de Portugal,
Não republicanos, apenas temos uns bacanos,
Com que nos tramamos todo o dia!
Bacanos temos,
Faltam republicanos!
O povo está farto destes amos;
Senhores, doutores e engenheiros,
Que fazem de Portugal um negócio de sucata
E da corrupção um bacanal!
Faltam republicanos em Portugal,
Bacanos temos,
Mas, por favor, oxalá que menos,
Menos...muito menos!
Republicanos sim,
mas precisamos de mais,
muito mais republicanos.
.........xxxxxxxxxxxxx...............
Autor deste original inédito:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
( o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
Deste vez, o meu comentário é no sentido do exercício de cidadania.
Aqui vai o meu desabafo:
Embora existindo já a República ainda não temos republicanos para a servir!
Serão precisos ainda mais cem anos?
República temos, mas faltam republicanos!
UNS BACANOS
República temos,
Mas temos falta de republicanos!
Os que dizem que o são por inteiro
Fazem bacanais com o nosso dinheiro!
Mataram a monarquia
Mas os ditos republicanos
Ficaram novos amos de Portugal,
Não republicanos, apenas temos uns bacanos,
Com que nos tramamos todo o dia!
Bacanos temos,
Faltam republicanos!
O povo está farto destes amos;
Senhores, doutores e engenheiros,
Que fazem de Portugal um negócio de sucata
E da corrupção um bacanal!
Faltam republicanos em Portugal,
Bacanos temos,
Mas, por favor, oxalá que menos,
Menos...muito menos!
Republicanos sim,
mas precisamos de mais,
muito mais republicanos.
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Autor deste original inédito:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
( o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
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