Adeus aos velhos do Restelo
Saramago partiu
Partiu pena de finura
Na literatura portuguesa,
Levantada do chão
Ganhou mais altura e beleza
Viveu para nos dessassogar,
Contestado na sua terra natal
Foi mais reconhecido por estranhos
E por eles subiu ao pedestal!
Há sempre velhos do Restelo
Que querem rasgar velas
A quem navega por Portugal!
Zarpou para viagem eterna
Mas seu poder da mente
E seu pensar profundo
Ficaram em presença terrena,
Em Portugal, no Mundo,
Eternamente.
Os velhos do Restelo continuarão a carpir
Enquanto Saramago ao Mundo
Dá novos mundo de sentir!
.....................xxxxxxxxx.........................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
sábado, 19 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Lixo a brilhar em Gondomar e em Portugal
Lixo a brilhar em Portugal e em Gondomar
S.Pedro reina lá no céu!
O lixo em S. Pedro da Cova
agora posto ao léu
a políticos dará sova?
Andaram a nos lixar
Com ou sem autorização,
Agora querem nos cantar
O fado da boa intenção!
Mas uma medida a tomar
Era amarralá-los no pelourinho
E com o tóxico bem esfregar
A todos bem no focinho.
E se alguém do lixo refilasse
Dizendo que o lixo é tóxico,
Então, que se queixasse
A quem disse que era inócuo.
Mas,
Estas histórias são habituais
No nosso reino de Portugal,
É mais uma entre as demais
Que fazem um país cheirar mal.
Depois , todos os responsáveis
Vão provar sua “inocência”,
Se ouvirem vozes criticáveis,
Oh Deus, dirão que é ingerência!
Assim vai o nosso Portugal,
Assim vai o nosso Gondomar,
Em tudo sujo e que cheira mal
Políticos saem limpos a brilhar!
Mas que bom seria:
Todos amarrados ao pelourinho
E terem a alegria
De levarem com lixo no focinho!
Mas não,
Vão ver que cada um é inocente
E que, afinal, “É tudo boa gente!”
Assim vai Gondomar,
Assim vai Portugal!
.......xxxxxxx..............
Autor: Silvino Figueiredo
Gondomar
S.Pedro reina lá no céu!
O lixo em S. Pedro da Cova
agora posto ao léu
a políticos dará sova?
Andaram a nos lixar
Com ou sem autorização,
Agora querem nos cantar
O fado da boa intenção!
Mas uma medida a tomar
Era amarralá-los no pelourinho
E com o tóxico bem esfregar
A todos bem no focinho.
E se alguém do lixo refilasse
Dizendo que o lixo é tóxico,
Então, que se queixasse
A quem disse que era inócuo.
Mas,
Estas histórias são habituais
No nosso reino de Portugal,
É mais uma entre as demais
Que fazem um país cheirar mal.
Depois , todos os responsáveis
Vão provar sua “inocência”,
Se ouvirem vozes criticáveis,
Oh Deus, dirão que é ingerência!
Assim vai o nosso Portugal,
Assim vai o nosso Gondomar,
Em tudo sujo e que cheira mal
Políticos saem limpos a brilhar!
Mas que bom seria:
Todos amarrados ao pelourinho
E terem a alegria
De levarem com lixo no focinho!
Mas não,
Vão ver que cada um é inocente
E que, afinal, “É tudo boa gente!”
Assim vai Gondomar,
Assim vai Portugal!
.......xxxxxxx..............
Autor: Silvino Figueiredo
Gondomar
terça-feira, 8 de junho de 2010
Histórias sujas que sujam o ambiente natural e moral
Esta “estória” de depositar resíduos tóxicos em S. Pedro da Cova, que nos foi contada pela reportagem da TVI, de ontem, não é mais do que mais uma prova do chico espertismo português, nomeadamente da classe política, que em vez de servir a causa pública dela se serve para seus privados interesses, com o descaramento evidente que a falsa justiça portuguesa permite, porque por provas dadas, a justiça portuguesa é lenta, com um calvário de recursos e mais recursos a servir de travôes e que no final, fica a sensação, para não dizer a certeza, que tanto quem corrompe como quem é corrompido são farinha do mesmo saco, seja de milho ou trigo!. São como Deus e o Diabo, dizem mal um do outro, mas dão-se bem na corrupção!
Então, a “estória” do lixo é assim:
1º- Valongo não quis o lixo, mas Gondomar deu parecer favorável.
Porquê? Porque Valentim teve Gondomar no coração!
2º- Dizia-se que eram resíduos de inertes, mas afinal eram tóxicos!
3º Quem deu a licença não se preocupou com a verificação da legitimidade da posse do terreno e consequente autorização para depositar o lixo.
4º- Eram só perto de 100 mil toneladas, mas afinal foram transportadas (foram mesmo?) e cobradas (a 35 euros por tonelada, que o Estado pagou) mais de 300 mil! Há a suspeita, para não dizer certeza, que houve sobrefacturação no trasporte.
5º Nem Câmara nem outra entidade responsável (mas quem é responsável neste país?) não monitorizou ou acompanhou a deposição do lixo!
6º Claro que neste caso, como em muitos outros, que envolvem milhões, só quem não “mamou” o suficiente é que denunciou todo este polvo de procedimentos ilegais, que parecem configurar grossa corrupção e lavagem de dinheiros, com grande prejuíso para o Estado (para todos nós; indefesos contribuintes) e graves danos para o ambiente.
No final disto tudo, se tudo correr normalmente, à boa maneira portuguesa, ninguém será culpado e vão ver que:
a)Quem deu parecer favorável para o lixo vir para Gondomar.
b)Quem deu licenciameno e não se preocupou com a verficação da posse dos terrenos e a subsequente monitorização da deposição do lixo.
c)Quem, a nível do Governo, deixou correr o marfim, vendo os outros a aplicar a filosofia do venha a mim ou do “venha a nós o vosso reino e perdoai-nos senhor”
Bonito é ver a resposta do Dr Plácido Pires, um dos responsáveis do Governo nas negociações deste processo, dizer que não sabe quase de nada sobre isto. Deve ser como o Sócrates, que só sabia pelos jornais a eventual compra da TVI por parte da PT. Como prémio de como bem servir a República, eis que o Dr Plácido Pires foi nomeado para administrador da REN. Isto dava um bom número de circo!
Onde irá ele. agora, colocar milhões de megawatts tóxicos?
Finalmente, a Câmara de Gondomar, (outra inocente neste processo) que vai fazer a partir de agora?
Sim, porque quando alguém é “corneado” sem o saber tudo bem, compreende-se, mas agora, a partir da divulgação deste atentado ao ambiente que é que é que vai fazer?
Se deu parecer favorável mediante a apovação governamental, então agora é altura de passar às exigências de ser ressarcida pelos prejuízos causados pelo não cumprimento dos preceitos legais, assim como exigir a neutralização de toda a perigosidade do lixo para o meio ambiente, tanto aéreo como hídrico.
Para começar, devem tirar análise regulares à qualidade do ar, assim como às águas com origem nos cursos friáticos das minas, que eventualmente tenham sido poluídos com as escorrências poluidoras do lixo tóxico!
Infelizmente, quem, actualmente, preside à Câmara de Gondomar, não tem a força moral para fazer cumprir a lei, pois que ele própiro disso não é paradigma!
E assim vai Gondomar.
Venha mas é daí mais uma ida à Quinta da Malafaia e mais um concerto do Tony Carreira para animar.
Para terminar, visto que o lixo está perto do Centro de Saúde de S. Pedro da Cova, transfiram metade para a Quinta de Val-Chão, onde está o Centro de Saúde de Gondomar. Que tal? Não se riam.
Chama-se a isto solidariedade social.
Tenho a certeza que S. Cosme adoraria!
Outra proposta: só para provar a não perigosidade, os políticos, gestores, corrompidos e corruptores neste processo deviam acampar sobre o lixo durante as férias!
Nao haveria problema, desde que...inertes!
No meio disto tudo, qual foi, qual é, qual será o papel da Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova? Estamos cá para ver. O que é certo é que isto não vai (ou vai?) facilitar o processo da requalificação do Poço de S. Vicente, porque gato escaldado (as minas) de água fria tem medo e difícilmente abdicará dos seus direitos sem choruda indemnização!
Entretanto, qua acontecerá aos prevaricadores? Será que vão, apenas, penar a correr para o tribunal(para inglês ver) até à absolvição final?
................xxxxxxxxx........................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
Então, a “estória” do lixo é assim:
1º- Valongo não quis o lixo, mas Gondomar deu parecer favorável.
Porquê? Porque Valentim teve Gondomar no coração!
2º- Dizia-se que eram resíduos de inertes, mas afinal eram tóxicos!
3º Quem deu a licença não se preocupou com a verificação da legitimidade da posse do terreno e consequente autorização para depositar o lixo.
4º- Eram só perto de 100 mil toneladas, mas afinal foram transportadas (foram mesmo?) e cobradas (a 35 euros por tonelada, que o Estado pagou) mais de 300 mil! Há a suspeita, para não dizer certeza, que houve sobrefacturação no trasporte.
5º Nem Câmara nem outra entidade responsável (mas quem é responsável neste país?) não monitorizou ou acompanhou a deposição do lixo!
6º Claro que neste caso, como em muitos outros, que envolvem milhões, só quem não “mamou” o suficiente é que denunciou todo este polvo de procedimentos ilegais, que parecem configurar grossa corrupção e lavagem de dinheiros, com grande prejuíso para o Estado (para todos nós; indefesos contribuintes) e graves danos para o ambiente.
No final disto tudo, se tudo correr normalmente, à boa maneira portuguesa, ninguém será culpado e vão ver que:
a)Quem deu parecer favorável para o lixo vir para Gondomar.
b)Quem deu licenciameno e não se preocupou com a verficação da posse dos terrenos e a subsequente monitorização da deposição do lixo.
c)Quem, a nível do Governo, deixou correr o marfim, vendo os outros a aplicar a filosofia do venha a mim ou do “venha a nós o vosso reino e perdoai-nos senhor”
Bonito é ver a resposta do Dr Plácido Pires, um dos responsáveis do Governo nas negociações deste processo, dizer que não sabe quase de nada sobre isto. Deve ser como o Sócrates, que só sabia pelos jornais a eventual compra da TVI por parte da PT. Como prémio de como bem servir a República, eis que o Dr Plácido Pires foi nomeado para administrador da REN. Isto dava um bom número de circo!
Onde irá ele. agora, colocar milhões de megawatts tóxicos?
Finalmente, a Câmara de Gondomar, (outra inocente neste processo) que vai fazer a partir de agora?
Sim, porque quando alguém é “corneado” sem o saber tudo bem, compreende-se, mas agora, a partir da divulgação deste atentado ao ambiente que é que é que vai fazer?
Se deu parecer favorável mediante a apovação governamental, então agora é altura de passar às exigências de ser ressarcida pelos prejuízos causados pelo não cumprimento dos preceitos legais, assim como exigir a neutralização de toda a perigosidade do lixo para o meio ambiente, tanto aéreo como hídrico.
Para começar, devem tirar análise regulares à qualidade do ar, assim como às águas com origem nos cursos friáticos das minas, que eventualmente tenham sido poluídos com as escorrências poluidoras do lixo tóxico!
Infelizmente, quem, actualmente, preside à Câmara de Gondomar, não tem a força moral para fazer cumprir a lei, pois que ele própiro disso não é paradigma!
E assim vai Gondomar.
Venha mas é daí mais uma ida à Quinta da Malafaia e mais um concerto do Tony Carreira para animar.
Para terminar, visto que o lixo está perto do Centro de Saúde de S. Pedro da Cova, transfiram metade para a Quinta de Val-Chão, onde está o Centro de Saúde de Gondomar. Que tal? Não se riam.
Chama-se a isto solidariedade social.
Tenho a certeza que S. Cosme adoraria!
Outra proposta: só para provar a não perigosidade, os políticos, gestores, corrompidos e corruptores neste processo deviam acampar sobre o lixo durante as férias!
Nao haveria problema, desde que...inertes!
No meio disto tudo, qual foi, qual é, qual será o papel da Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova? Estamos cá para ver. O que é certo é que isto não vai (ou vai?) facilitar o processo da requalificação do Poço de S. Vicente, porque gato escaldado (as minas) de água fria tem medo e difícilmente abdicará dos seus direitos sem choruda indemnização!
Entretanto, qua acontecerá aos prevaricadores? Será que vão, apenas, penar a correr para o tribunal(para inglês ver) até à absolvição final?
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
Historias sujas que sujam o ambiente natural e moral
Popularidade: 9
Histórias sujas nque sujam o ambiente natural e moral
Esta “estória” de depositar resíduos tóxicos em S. Pedro da Cova, que nos foi contada pela reportagem da TVI, de ontem, não é mais do que mais uma prova do chico espertismo português, nomeadamente da classe política, que em vez de servir a causa pública dela se serve para seus privados interesses, com o descaramento evidente que a falsa justiça portuguesa permite, porque por provas dadas, a justiça portuguesa é lenta, com um calvário de recursos e mais recursos a servir de travôes e que no final, fica a sensação, para não dizer a certeza, que tanto quem corrompe como quem é corropido são farinha do mesmo saco, seja de milho ou trigo!. São como Deus e o Diabo, dizem mal um do outro, mas dão-se bem na corrupção!
Então, a “estória” do lixo é assim:
1º- Valongo não quis o lixo, mas Gondomar deu parecer favorável.
Porquê? Porque Valentim teve Gondomar no coração!
2º- Dizia-se que eram resíduos de inertes, mas afinal eram tóxicos!
3º Quem deu a licença não se preocupou com a verificação da legitimidade da posse do terreno e consequente autorização para depositar o lixo.
4º- Eram só perto de 100 mil toneladas, mas afinal foram transportadas (foram mesmo?) e cobradas (a 35 euros por tonelada, que o Estado pagou) mais de 300 mil! Há a suspeita, para não dizer certeza, que houve sobrefacturação no trasporte.
5º Nem Câmara nem outra entidade responsável (mas quem é responsável neste país?) não monitorizou ou acompanhou a deposição do lixo!
6º Claro que neste caso, como em muitos outros, que envolvem milhões, só quem não “mamou” o suficiente é que denunciou todo este polvo de procedimentos ilegais, que parecem configurar grossa corrupção e lavagem de dinheiros, com grande prejuíso o o Estado (para todos nós; indefesos contribuintes) e graves danos para o ambiente.
No final disto tudo, se tudo correr normalmente, à boa maneira portuguesa, ninguém será culpado e vão ver que:
a)Quem deu parecer favorável para o lixo vir para Gondomar.
b)Quem deu licenciameno e não se preocupou com a verficação da posse dos terrenos e a subsequente monitorização da deposição do lixo.
c)Quem, a nível do Governo, deixou correr o marfim, vendo os outros a aplicar a filosofia do venha a mim ou do “venha a nós o vosso reino e perdoai-nos senhor”
Bonito é ver a resposta do Dr Plácido Pires, um dos responsáveis do Governo nas negociações deste processo, dizer que não sabe quase de nada sobre isto. Deve ser como o Sócrates, que só sabia pelos jornais a eventual compra da TVI por parte da PT. Como prémio de como bem servir a República, eis que o Dr Plácido Pires foi nomeado para administrador da REN. Isto dava um bom número de circo!
Onde irá ele. agora, colocar milhões de megawatts tóxicos?
Finalmente, a Câmara de Gondomar, (outra inocente neste processo) que vai fazer a partir de agora?
Sim, porque quando alguém é “corneado” sem o saber tudo bem, compreende-se, mas agora, a partir da divulgação deste atentado ao ambiente que é que é que vai fazer?
Se deu parecer favorável mediante a apovação governamental, então agora é altura de passar às exigências de ser ressarcida pelos prejuízos causados pelo não cumprimento dos preceitos legais, assim como exigir a neutralização de toda a perigosidade do lixo para o meio ambiente, tanto aéreo como hídrico.
Para começar, devem tirar análise regulares à qualidade do ar, assim como às águas com origem nos cursos friáticos das minas, que eventualmente tenham sido poluídos com as escorrências poluidoras do lixo tóxico!
Infelizmente, quem, actualmente, preside à Câmara de Gondomar, não tem a força moral para fazer cumprir a lei, pois que ele própiro disso não é paradigma!
E assim vai Gondomar.
Venha mas é daí mais uma ida à Quinta da Malafaia e mais um concerto do Tony Carreira para animar.
Para terminar, visto que o lixo está perto do Centro de Saúde de S. Pedro da Cova, transfiram metade para a Quinta de Val-Chão, onde está o Centro de Saúde de Gondomar. Que tal? Não se riam.
Chama-se a isto solidariedade social.
Tenho a certeza que S. Cosme adoraria!
Outra proposta: só para provar a não perigosidade, os políticos, gestores, corrompidos e corruptores neste processo deviam acampar sobre o lixo durante as férias!
Nao haveria problema, desde que...inertes!
No meio disto tudo, qual foi, qual é, qual será o papel da Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova? Estamos cá para ver. O que é certo é que isto não vai (ou vai?) facilitar o processo da requalificação do Poço de S. Vicente, porque gato escaldado (as minas) de água fria tem medo e difícilmente abdicará dos seus direitos sem choruda indemnização! Entretanto, que é que acontece aos prevaricadores?
................xxxxxxxxx........................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
Histórias sujas nque sujam o ambiente natural e moral
Esta “estória” de depositar resíduos tóxicos em S. Pedro da Cova, que nos foi contada pela reportagem da TVI, de ontem, não é mais do que mais uma prova do chico espertismo português, nomeadamente da classe política, que em vez de servir a causa pública dela se serve para seus privados interesses, com o descaramento evidente que a falsa justiça portuguesa permite, porque por provas dadas, a justiça portuguesa é lenta, com um calvário de recursos e mais recursos a servir de travôes e que no final, fica a sensação, para não dizer a certeza, que tanto quem corrompe como quem é corropido são farinha do mesmo saco, seja de milho ou trigo!. São como Deus e o Diabo, dizem mal um do outro, mas dão-se bem na corrupção!
Então, a “estória” do lixo é assim:
1º- Valongo não quis o lixo, mas Gondomar deu parecer favorável.
Porquê? Porque Valentim teve Gondomar no coração!
2º- Dizia-se que eram resíduos de inertes, mas afinal eram tóxicos!
3º Quem deu a licença não se preocupou com a verificação da legitimidade da posse do terreno e consequente autorização para depositar o lixo.
4º- Eram só perto de 100 mil toneladas, mas afinal foram transportadas (foram mesmo?) e cobradas (a 35 euros por tonelada, que o Estado pagou) mais de 300 mil! Há a suspeita, para não dizer certeza, que houve sobrefacturação no trasporte.
5º Nem Câmara nem outra entidade responsável (mas quem é responsável neste país?) não monitorizou ou acompanhou a deposição do lixo!
6º Claro que neste caso, como em muitos outros, que envolvem milhões, só quem não “mamou” o suficiente é que denunciou todo este polvo de procedimentos ilegais, que parecem configurar grossa corrupção e lavagem de dinheiros, com grande prejuíso o o Estado (para todos nós; indefesos contribuintes) e graves danos para o ambiente.
No final disto tudo, se tudo correr normalmente, à boa maneira portuguesa, ninguém será culpado e vão ver que:
a)Quem deu parecer favorável para o lixo vir para Gondomar.
b)Quem deu licenciameno e não se preocupou com a verficação da posse dos terrenos e a subsequente monitorização da deposição do lixo.
c)Quem, a nível do Governo, deixou correr o marfim, vendo os outros a aplicar a filosofia do venha a mim ou do “venha a nós o vosso reino e perdoai-nos senhor”
Bonito é ver a resposta do Dr Plácido Pires, um dos responsáveis do Governo nas negociações deste processo, dizer que não sabe quase de nada sobre isto. Deve ser como o Sócrates, que só sabia pelos jornais a eventual compra da TVI por parte da PT. Como prémio de como bem servir a República, eis que o Dr Plácido Pires foi nomeado para administrador da REN. Isto dava um bom número de circo!
Onde irá ele. agora, colocar milhões de megawatts tóxicos?
Finalmente, a Câmara de Gondomar, (outra inocente neste processo) que vai fazer a partir de agora?
Sim, porque quando alguém é “corneado” sem o saber tudo bem, compreende-se, mas agora, a partir da divulgação deste atentado ao ambiente que é que é que vai fazer?
Se deu parecer favorável mediante a apovação governamental, então agora é altura de passar às exigências de ser ressarcida pelos prejuízos causados pelo não cumprimento dos preceitos legais, assim como exigir a neutralização de toda a perigosidade do lixo para o meio ambiente, tanto aéreo como hídrico.
Para começar, devem tirar análise regulares à qualidade do ar, assim como às águas com origem nos cursos friáticos das minas, que eventualmente tenham sido poluídos com as escorrências poluidoras do lixo tóxico!
Infelizmente, quem, actualmente, preside à Câmara de Gondomar, não tem a força moral para fazer cumprir a lei, pois que ele própiro disso não é paradigma!
E assim vai Gondomar.
Venha mas é daí mais uma ida à Quinta da Malafaia e mais um concerto do Tony Carreira para animar.
Para terminar, visto que o lixo está perto do Centro de Saúde de S. Pedro da Cova, transfiram metade para a Quinta de Val-Chão, onde está o Centro de Saúde de Gondomar. Que tal? Não se riam.
Chama-se a isto solidariedade social.
Tenho a certeza que S. Cosme adoraria!
Outra proposta: só para provar a não perigosidade, os políticos, gestores, corrompidos e corruptores neste processo deviam acampar sobre o lixo durante as férias!
Nao haveria problema, desde que...inertes!
No meio disto tudo, qual foi, qual é, qual será o papel da Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova? Estamos cá para ver. O que é certo é que isto não vai (ou vai?) facilitar o processo da requalificação do Poço de S. Vicente, porque gato escaldado (as minas) de água fria tem medo e difícilmente abdicará dos seus direitos sem choruda indemnização! Entretanto, que é que acontece aos prevaricadores?
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
domingo, 6 de junho de 2010
Se o mundo ler este poema
Portugal
Se te mostrarem este poema,
A ti chegará a lembrança
De em ti residir a esperança
Duma grande nação pequena,
Se em África, onde estás,
Mostrares do que és capaz,
Nós ficaremos contentes
Pelo bem que isso nos faz!
Mostra, no negro continente,
Que a jogar bola somos gente
Como fomos na navegação.
Se o mundo ler este poema,
Verá o querer duma nação;
De Portugal ser campeão!
.............xxxxxxxxxxx....................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
Se te mostrarem este poema,
A ti chegará a lembrança
De em ti residir a esperança
Duma grande nação pequena,
Se em África, onde estás,
Mostrares do que és capaz,
Nós ficaremos contentes
Pelo bem que isso nos faz!
Mostra, no negro continente,
Que a jogar bola somos gente
Como fomos na navegação.
Se o mundo ler este poema,
Verá o querer duma nação;
De Portugal ser campeão!
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
quarta-feira, 2 de junho de 2010
A caminho do bronze
A caminho do bronze!
Pena que não assinem o que escrevem nos fóruns! Neste caso no "Portal de Gondomar", onde nabos só mostram a rama, mas não a cabeça!
Eu digo que é mais uma originalidade,( às custas do contribuinte) da Câmara de Gondomar, pagar a um funcionário, mas que na Câmara não desempenha a função, (a de motorista) para que foi admitido, ocupando seu tempo a presidir a uma associação, neste caso o Vai-Avante! Ele não tem culpa. Culpa tem quem tal autoriza. Não está em causa o bom nome da colectividade, mas sim o princípio ético do funcionário pertencer à Câmara mas nela não trabalhar e ser o contribuinte a pagar! Já agora, por coerência, a Câmara, como apoio ao movimento associativo, podia destcacar aí mais uns cem funcionários para presidirem a diversas colectividades. As que não fossem contempladas, além dos normais subsídios para as actividades de cada uma, deviam ser ressarcidas, por acréscimo, com um montante médio anual dos vencimentos dos que nas associações trabalham!
Isto seria uma boa medida para, talvez, ganhar o bronze da Câmara mais endividada de Portugal!
Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
Pena que não assinem o que escrevem nos fóruns! Neste caso no "Portal de Gondomar", onde nabos só mostram a rama, mas não a cabeça!
Eu digo que é mais uma originalidade,( às custas do contribuinte) da Câmara de Gondomar, pagar a um funcionário, mas que na Câmara não desempenha a função, (a de motorista) para que foi admitido, ocupando seu tempo a presidir a uma associação, neste caso o Vai-Avante! Ele não tem culpa. Culpa tem quem tal autoriza. Não está em causa o bom nome da colectividade, mas sim o princípio ético do funcionário pertencer à Câmara mas nela não trabalhar e ser o contribuinte a pagar! Já agora, por coerência, a Câmara, como apoio ao movimento associativo, podia destcacar aí mais uns cem funcionários para presidirem a diversas colectividades. As que não fossem contempladas, além dos normais subsídios para as actividades de cada uma, deviam ser ressarcidas, por acréscimo, com um montante médio anual dos vencimentos dos que nas associações trabalham!
Isto seria uma boa medida para, talvez, ganhar o bronze da Câmara mais endividada de Portugal!
Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
terça-feira, 1 de junho de 2010
Por honras gondomarenses

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Por honras gondomarenses
Com 102 anos, o Clube Gondomaraense (com nome inalterável e sede no mesmo sítio), é a Associação mais antiga de Gondomar, embora suas origens remontem aos primórdios do século 20. Todavia, sua idade ainda não justificou a honra de ter um arruamento com seu nome, ao contrário de dez Associações já distinguidas na Cidade de Gondomar! Quem ler a resenha histórica dos primeiros 50 anos do Clube Gondomarense, logo vê quanto o Clube foi marco importante na cultura de Gondomar, com o seu Salão-Teatro, com capacidade para mais de 300 pessoas, onde depois de inéditas em Gondomar, aconteciam em regulares sessões de cinema, assim como havia teatro através do seu Grupo Cénico ou de outros! À época, o seu Salão-Teatro era o que hoje se podia denominar por Auditório Municipal, pois a ele acorriam várias colectividades para a realização dos seus eventos!
O movimento associatico em Gondomar foi e é muito forte e tem substancial apoio das autarquias locais. Ainda bem.
Além do Clube, a Escola Dramática e Musical Valboense e Orfeão de Gondomar (este originário do Clube Gondomarense) foram das mais dinámicas na cultura gondomarense, sendo normal que mereçam reconhecimento público. Assim é a Escola em Valbom, Orfeão a Ala em Gondomar, mas é tempo de honrar o Clube Gondomarense.
Em 2003/2004, a sua Direcção diligigenciou para que o largo, em frente à sua sede, fosse denominado Praceta Clube Gondomarense, que seria uma prenda no seu centenário, em 2008. Embora merecesse apoio da Junta de Freguesia de Gondomar (São Cosme), que até deliberou nesse sentido, tal pretensão não teve acolhimento junto da Câmara! Até hoje!
O Clube Gondomarense, com ríquíssimo currículo cultural, ainda não é merecedor? Será preciso esperar mais cem anos?
Na minha opinião, cada freguesia deve honrar suas colectividades, nomeadamente as mais antigas e com mais valias culturais ou desportivas! Estranho é que a cidade de Rio-Tinto, a mais populosa do Concelho de Gondomar, não honrar, além dos Bombeiros e do Atlético de Rio-Tinto, mais associações! Por que será que a Assembleia de Rio-Tinto, também a mais antiga da cidade, está esquecida? Não faz sentido e não tem lógica que associações com 40/50 anos tenham ruas com seu nome e as centenárias não! Aqui fica esta reflexão, a quem de direito, para que se façam honras na toponímia gondomarense.
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
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