Democracia sem democratas!
Portugal é país governado por ditaduras ou então por pseudo-democratas anarcas. Após a República o país logo demonstrou profundo desentendimento entre governantes e governados; cópia da anarquia dos partidos da Monarquia! Passados apenas dezoito anos de República logo se chamou-se não o FMI, mas sim Salazar, criando-se o Estado Novo, mas com sentido ditatorial. Aos poucos, perante um povo analfabeto, satisfez monopólios industriais e foi pondo a resistência política no Tarrafal.
O 25 de Abril nasceu não pelo querer do Povo, mas pelo descontentamento dum grupo de oficiais, saturados da guerra, e prejudicados na carreira avançaram para a revolta, então sim, apoiada pelo povo, que já estava farto de ver seus filhos mortos ou mutilados e não conteve a explosão de alegria pela nova aurora de liberdade que despontava! Além do mais, Salazar já não existia e clones não havia! Se foi fácil implantar a República, porque a Monarquia já era uma anarquia, o 25 de Abril foi uma cópia de facilidades, porque o poder político estva caduco. Porém, as lutas partidárias seguintes mostraram que o sonho dos partidos era, em democracia, cada um mandar “à salazar”. Rapidamente, a incapacidade de se entenderem, levou ao sonho-desejo de terem um Governo de maioria com um Presidente da República em sintonia. O povo diz que não é bom pôr os ovos no mesmo cesto, por isso a pretensão do Sá-Carneiro de eleger o General Soares Carneiro foi por água abaixo. O povo não quis dois carneiros no mesmo pasto!
Porém, se Cavaco for reeleito, realmente, há fortes probabilidades de haver instabilidade política que leve à queda do Governo e à subida do PSD ao poder, acontecendo assim o que nunca aconteceu: haver Presidente e Governo ambos da mesma cor. Todavia, a instabilidade política continuará, porque se ninguém quis fazer coligação com o Governo minoritário do P.S., mesmos os da esquerda, então mesmo que o PSD suba ao Governo é improvável que tenha a maioria absoluta com a ajuda amiga do CDS. receberão o pagamento com a mesma moeda; ou seja não terão apoio da esquerda. A solução é votar Alegre, que é de esquerda em relação ao PS,
-fez oposição interna, porque o P.S descambou um pouco para a direita-
Ele dará mais garantias na luta da preservação de políticas mais sociais e da defesa dos interesses do colectivo sobre o o individual. Votar Alegre é ter Portugal mais social e solidário.. Triste é ver que a esquerda nunca se tenha unido nos momentos mais decisivos, nem para o Governo nem para a presidência. É a tal democracia com pseudo-democratas anarcas. Até quando?
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
FMI igual aos Cruzados e outros aliados.
Por vezes, os portugueses aparentam um patriotismo saloio, dando a impressão que são os maiores e que não precisam de ninguém.
Bom seria que o Povo português se lembrasse da gratidão que deve (embora com interesses mútuos) a quem o ajudou a manter a sua independência. Desde logo aos Cruzados, que ajudaram D. Afonso Henriques a conquistar Lisboa. Depois, em Aljubarrota, talvez, sem a ajuda dos ingleses não tivéssemos ficado a cantar de galo em poleiro próprio! Depois, graças, novamente, aos ingleses, comandados por Arthur Weslley, que viria a ser o 1º Duque de Wellington, que nos livrou das invasões francesas e proporcionou o regresso de D. João VI, e por ironia das vantagens concedidas aos ingeleses no Brasil, este muito se desenvolveu e manteve a unidade territorial. Serve isto para demonstrar que, algumas vezes, por incapacidade de meios próprios tivemos que recorrer a terceiros. Ora, perante a vinda ou não vinda do FMI, a conclusão é simples, que venha (aliás, não é a primeira vez) para nos ajudar como outros já nos ajudaram, porque se não fomos capazes, como até agora, de bem governar nossa casa, então que venha alguém dizer ao Ministro das Finanças, (que um dia disse que já não sabia onde mais cortar nas despesas) dizer onde se deve cortar! Talvez o FMI mande encolher as mordomias dos políticos, dos magistrados, dos professores, nas pensões de luxo, cortar no número de Câmaras, no de Freguesias, no número de assessores, carros e condutores, etc.
Os políticos portugueses são uns cómicos; não sabem onde cortar nas despesas, mas todos eles, enquanto houve dinheiro souberam gastar à tripa fôrra.
Políticos assim!... pôrra!
FMI e Cruzados já, porque sózinhos parece que não vamos lá!
Afinal, quando nossa casa está a arder chamamos os bombeiros, e quando o fogo é muito alto precisa-se de quem tenha grandes escadas Magirus.
Deixemo-nos do orgulhosamente sós.
.....................xxxxxxxxxxx..............................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
Por vezes, os portugueses aparentam um patriotismo saloio, dando a impressão que são os maiores e que não precisam de ninguém.
Bom seria que o Povo português se lembrasse da gratidão que deve (embora com interesses mútuos) a quem o ajudou a manter a sua independência. Desde logo aos Cruzados, que ajudaram D. Afonso Henriques a conquistar Lisboa. Depois, em Aljubarrota, talvez, sem a ajuda dos ingleses não tivéssemos ficado a cantar de galo em poleiro próprio! Depois, graças, novamente, aos ingleses, comandados por Arthur Weslley, que viria a ser o 1º Duque de Wellington, que nos livrou das invasões francesas e proporcionou o regresso de D. João VI, e por ironia das vantagens concedidas aos ingeleses no Brasil, este muito se desenvolveu e manteve a unidade territorial. Serve isto para demonstrar que, algumas vezes, por incapacidade de meios próprios tivemos que recorrer a terceiros. Ora, perante a vinda ou não vinda do FMI, a conclusão é simples, que venha (aliás, não é a primeira vez) para nos ajudar como outros já nos ajudaram, porque se não fomos capazes, como até agora, de bem governar nossa casa, então que venha alguém dizer ao Ministro das Finanças, (que um dia disse que já não sabia onde mais cortar nas despesas) dizer onde se deve cortar! Talvez o FMI mande encolher as mordomias dos políticos, dos magistrados, dos professores, nas pensões de luxo, cortar no número de Câmaras, no de Freguesias, no número de assessores, carros e condutores, etc.
Os políticos portugueses são uns cómicos; não sabem onde cortar nas despesas, mas todos eles, enquanto houve dinheiro souberam gastar à tripa fôrra.
Políticos assim!... pôrra!
FMI e Cruzados já, porque sózinhos parece que não vamos lá!
Afinal, quando nossa casa está a arder chamamos os bombeiros, e quando o fogo é muito alto precisa-se de quem tenha grandes escadas Magirus.
Deixemo-nos do orgulhosamente sós.
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Nem a placa dos suspiros escapa!
Ai suspiros ai suspiros!

No início era assim, mas depois deu no que deu, apesar de estar na estrada nacional, à vista de todos! A ferrugem só não pega em quem tem lata de não ter lata para a placa!

Não é só o Porto que tem bom gosto!
Esta também está sendo comida!
Descubra a diferença
Só se for assim, comido pela ferruguem, que D. Miguel desparece de Gondomar!
Por favor, não inventem candidatos do lixo camarário. Gondomar não precisa de candidatos reciclados, sem certificado de garantia contra novos apitos dourados e quintas ambrosianas e muito mais, mas sim de candidatos com perfil de energias renováveis.
Por exemplo, que sejam capazes de renovar as simples placas toponímicas, que são um exemplo da incúria reinante. Não me contem “estórinhas”, de que é preciso fazer estudos de impacte ambiental e que é preciso submeter o projeto da substituição das placas a Bruxelas!
O que há é muita falta de vergonha e muito tempo perdido em tibunais, que nem dá para darem uns voltinhas pelo Concelho e verem as sete “maravilhas” do nabal gondomarense!
Após um reparo meu, (seria coincidência?) o Porto (Ah, o Porto!) mas o Porto não é Gondomar! escolheu um tipo de placa, e hoje, aí está, podemos ver a uniformização quase geral das placas toponímicas na identificação dos arruamentos. Claro que isto aconteceu porque a Autarquia teve a sensibilização suficente e a humildade para reconhecer que o Porto, não devia exibir placas ferrugentas! Em Gondomar até parece que é ao contrário; quantos mais falas menos te ligo. Se calhar, o Valentim vai ter a lata de ir embora sem ter lata nova para as placas! Dá dinheiro às associações, dá para isto, para aquilo, mas, para pequenas coisas, que desclassificam Gondomar, não está para aí virado. Enfim, feitios. Temos que aguentar esta falta de lata!
Agora, vejam a diferença entre o que noutras terras se usa e o que temos por cá.
Estou tão cansado de dar suspiros por placas bonitas, dignas, que até a placa da Rua dos Suspiros já nem suspira direito!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Muitos cavalos mal estacionados


Imaginem que, até a Guarda! Ó da guarda.
Muitos cavalos mal estacionados!
Na última quinta-feira de Novembro, mais uma vez vi e tirei foto duma viatura, marca Renault, modelo Laguna, matrícula 05-FE-73, parece que propriedade da Câmara de Gondomar, estacionada no átrio exterior da Câmara. Ora, tal reiterado estacionamento, por largos períodos temporais, configura, quanto a mim, uma clara manifestação de abuso de poder! Não que queira endireitar o mundo, mas porque tenho o direito de manifestar a minha não concordância com tais procedimentos, e para tirar dúvidas sobre quem deve levantar as coimas por estacionamento ilegal, se a Guarda Municipal, ou se a PS., dirigi-me ao Comandante da Esquadra da PSP, Sr. Marques, em Gondomar, e coloquei-lhe a questão, tendo-me sido respondido que a PSP pode actuar sobre tal indevido procedimento.
Na sequência da nossa conversa,deixei claro de que me reservo o direito de chamar a atenção, do Comando Distrital e Nacional da PSP sobre eventual conivência na manutenção desta situação, porque, do meu conhecimento, não se pode estacionar no lugar referido a não ser que exista autorização legal e explícita.
Imaginem a Praça Almeida Garret, no Porto, servir de parque de estacionamento, com a conivência da Polícia, seja Municipal ou da PSP
Ano novo vida nova. Vou estar atento. Primeiro para anotar a desfaçatez de quem deve dar exemplos e não o faz. No futuro, vou colecionar flagrantes, para mais tarde recordar e mandar, como lembranças a quem de direito.
Aqui estão alguns exemplos do passado! Quantos são? Quantos são?! Veremos os futuros.
Uma rabaldaria! O pátio! Ó nobre pátio, que mais pareces uma estrebaria!
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Metro das Bordas
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Metro das Bordas
Gondomar não tem Metro,
Que apenas lhe chega às bordas,
Gondomar só o terá, por certo,
Quando o Governo tiver sobras.
Que Valentim não se lamente
De ter sido enganado,
Pois que engana muita gente,
Mas dos enganados é presidente!
Tem enganado S. Pedro da Cova,
Engana um presidente e outro,
A enganar faz muita obra
No seu pobre e atrasado couto!
Eu sei que Gondomar vai ter Metro,
Sei que vai haver muitas obras,
Mas sei que, certo certo,
Só quando de massa houver sobras!
Até lá,
É tudo como o Barrosso dizia
Que tudo isso acaonteceria
Só não sabia em que dia!
Esse dia será
Quando de Campanhã
Via Valbom chegar ao Souto
E fechar em Fânzeres,
Então sim,
Metro em Gondomar haverá
E desenvolvido o couto
Até lá é só blá blá!
Mas há-de chegar o momento
que o mMetro deixe de só tocar as bordas
e entre por Gondomar dentro!
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Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque
Sopa de sonhos
Sopa de sonhos
A revolução foi sopa de sonhos,
servida em auroras de liberdade,
antecedendo banquetes do povo,
que em mesas cobertas,
com rendas de promessas,
comia pão e carne de caça,
-nunca antes provada-
em travessas da revolução,
porém, com o tempo,
toalhas de rendas de promessas
foram das mesas retiradas,
onde poucos muito comeram
e a muitos deixaram nadas!
Agora,
o povo, novamente sem mesas,
sem toalhas, anda por aí,
ajoelhando, rastejando,
mendigando migalhas de “senhores”,
que comem pão,
amassado por suores de trabalhadores,
que não tardam a comer sopa de sonhos,
em manhãs de lliberdade,
e levantarem-se do chão,
para que ponham novamente mesas,
mesmo sem toalhas de rendas de promessas,
para que todos se sentem e comam pão
em fatias de igualdade, mesmo à mão,
mesmo sem travessas!
Já se sente a pressa para que isso aconteça
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Lança de zulu
Lança de zulu
Eu queria ser bom, mas não consigo,
Por que será?
Olho o mar, sinto a brisa
E ponho meus sonhos a navegar!
Eu queria ser bom, mas não consigo!
Entro nos verdes, nos amarelos,
Nos castanhos da floresta
E sinto calma e ausência de trauma!
Eu queria ser bom, mas não consigo!
Olho o céu azul e sinto vontade de ser
Um Ser etéreo.
Eu queria ser bom, mas não consigo!
Ligo a rádio e a televisão
E só ouço e vejo notícias
Sobre a corrupção!
Tiram-me do sério
E desejo que a minha indignação
Fosse lança de poderoso guerreiro zulu
A espetar no olho do cu dos corruptos.
Eu queria ser bom,
Mas não consigo ser feliz neste país,
Onde nem juízes nem santa inquisição
E Portugal feito em cavacos,
Um na presidência,
Que fala com “decência”
E sempre com divinal inocência!
E ministros do Governo,
Que sempre ficam com o Céu
E nos dão só o Inferno.
Tomara que minha indignação fosse lança
De poderoso guerreiro zul
A espetar no olho do cu da corrupção,
Mas não, não sei não,
Até podiam podiam gostar!
Há que desconfiar.
Há por aí muito gay!
O melhor
É esperar que seja o FMI a espetar.
Eles também têm bom olho prá coisa
E até operam sem anestesia!
O resultado esperado
É que o buraco do olho da corrupção
Fique mais apertado!
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
( o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
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