Erótico
Eros visitou minha Psyque,
Nela mostrou tua imagem
Pela frente
Por trás e de lado.
Depois, tu,
Ali deitada,
De pernas abertas,
Joelhos ao alto,
Da altura dum abismo!
Lá em baixo um prado de relva alta,
Então Eros disse:
-“Salta”
Eu não trazia paraquedas
Nem fazia paraquedismo!
Desci agarrado aos parapeitos,
Às reentradas nos meios
E parei, cheio de anseios,
Até que cheguei ao prado.
Ofereci-lhe um gelado,
Ela arregaçou o papel,
Começou a chupar,
Abelhas adejavam no ar,
Depois,
Depositei meu mel no favo,
Acordei.
Ela,
Enroscada,
Ressonava a meu lado!
Levantei-me,
Tomei o pequeno almoço,
Com um simples pão,
Insosso e sem doçuras barrado,
Chegando à conclusão
Que a comida com que se sonha
Nem sempre é refeição!
..................xxxxxxxx....................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
(Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque, sócio
da Sociedade Portuguesa de Autores, nº 15727)
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Lacão deslaca P.S.
LACÃO DESLACA P.S.
Eis que um só ministro é mais socialista que o P.S.!
Logo que Jorge Lacão, Ministro do Governo para os assuntos parlamentares, falou na redução de 230 para 180 deputados, previstos na Constituição, eis logo um credo, um abrenúncio, um vade retro de Francisco Assis; lider parlamentar do P.S!
“Jamais” como diria Mário Lino!
Neste período de crise, em que Portugal tem demonstrado ser “Empresa pública com prejuísos crónicos”, quando alguém fala em cortar aqui e ali, logo os bem instalados pensam: “Pois pois. Deve-se cortar aqui e ali, menos a mim”.
Isto aplica-se à redução de vencimentos, de freguesias, de concelhos e suas mordomias.
Pegando no exemplo espanhol, com uma Câmara de 350 deputados para 40 milhões de espanhóis, o que dá pouco mais de 113 mil a cada deputado, comparados com os nossos 230 deputados para representaram 10 milhões de Portugueses, o que nem 50 mil toca a cada um! além de ganharem mais umas centenas de euros que os deputados espanhóis! Com que então, acham que está bem assim?! A representarem menos e a ganharem mais?
Força Jorge Lacão. Toca a deslacar o P.S.
Avante com menos deputados da nação!
O Partido Socialista pode não querer, mas o Povo aprova. Se tiverem dúvidas perguntem.
...................xxxxxxxxx......................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
Eis que um só ministro é mais socialista que o P.S.!
Logo que Jorge Lacão, Ministro do Governo para os assuntos parlamentares, falou na redução de 230 para 180 deputados, previstos na Constituição, eis logo um credo, um abrenúncio, um vade retro de Francisco Assis; lider parlamentar do P.S!
“Jamais” como diria Mário Lino!
Neste período de crise, em que Portugal tem demonstrado ser “Empresa pública com prejuísos crónicos”, quando alguém fala em cortar aqui e ali, logo os bem instalados pensam: “Pois pois. Deve-se cortar aqui e ali, menos a mim”.
Isto aplica-se à redução de vencimentos, de freguesias, de concelhos e suas mordomias.
Pegando no exemplo espanhol, com uma Câmara de 350 deputados para 40 milhões de espanhóis, o que dá pouco mais de 113 mil a cada deputado, comparados com os nossos 230 deputados para representaram 10 milhões de Portugueses, o que nem 50 mil toca a cada um! além de ganharem mais umas centenas de euros que os deputados espanhóis! Com que então, acham que está bem assim?! A representarem menos e a ganharem mais?
Força Jorge Lacão. Toca a deslacar o P.S.
Avante com menos deputados da nação!
O Partido Socialista pode não querer, mas o Povo aprova. Se tiverem dúvidas perguntem.
...................xxxxxxxxx......................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Neste tempo a nós chegado.
Neste tempo a nós chegado.
Eis um tempo, a nós chegado,
Que é deveras inspirador
Para criar letra dum fado
De saudades e de muita dor.
Saudades do muito que se foi,
Tristeza do pouco que se é,
Na alma o muito que nos dói
Para nos mantermos de pé.
Neste tempo de capitalismo
O Homem não é seu Capital,
É apenas um maquinismo
Que o mantem só animal!
Neste tempo, a nós chegado,
O tempo não se admira
De nos ver cantar triste fado
Em vez de dançar um vira!
Neste tempo, a nós chegado,
Chegou o tempo de tudo ter,
Só em tudo ter preocupado,
Sem tempo de ser e viver!
Passou o tempo de dançar o vira;
Tempo em que muito se dançou!
Enquanto se dançava o vira
O mundo e a vida mudou!
Agora,
Neste tempo a nós chegado,
Só se ouve o triste fado
Da maioria sem cheta,
À espera de tempo chegado
Para matar o autor da letra.
...........xxxxxxxxxx....................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
Eis um tempo, a nós chegado,
Que é deveras inspirador
Para criar letra dum fado
De saudades e de muita dor.
Saudades do muito que se foi,
Tristeza do pouco que se é,
Na alma o muito que nos dói
Para nos mantermos de pé.
Neste tempo de capitalismo
O Homem não é seu Capital,
É apenas um maquinismo
Que o mantem só animal!
Neste tempo, a nós chegado,
O tempo não se admira
De nos ver cantar triste fado
Em vez de dançar um vira!
Neste tempo, a nós chegado,
Chegou o tempo de tudo ter,
Só em tudo ter preocupado,
Sem tempo de ser e viver!
Passou o tempo de dançar o vira;
Tempo em que muito se dançou!
Enquanto se dançava o vira
O mundo e a vida mudou!
Agora,
Neste tempo a nós chegado,
Só se ouve o triste fado
Da maioria sem cheta,
À espera de tempo chegado
Para matar o autor da letra.
...........xxxxxxxxxx....................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Petição a Sua Alteza Real D. Duarte Pio de Bragança.
Neste placa D. Miguel já desapareceu!
Nesta vai pelo mesmo caminho!
PETIÇÃO A SUA ALTEZA REAL D. DUARTE PIO DE BRAGANÇA
Humildemente, como descendente dos Vilhenas, do ramo do Grão Mestre da Ordem de Malta, embora não me assuma monárquico, venho junto de Sua Alteza Real solicitar que tenha um gesto de magnânimidade e ajude a preservar o luzimento do nome do vosso antecessor D. Miguel, que reina em Gondomar! Talvez, devido à vossa reconhecida modéstia ainda não tenhais reparado que nesta terra tendes vastos domínios em arruamentos com o nome do vosso antecessor! Ele é Estrada de D.Miguel, ( um dos maiores do Concelho, senão o maior) ele é a Praceta D.Miguel, a Travessa D. Miguel, a Rampa D.Miguel, o Caminho D. Miguel e...até Gaveto!D. Miguel!
Acontece que, embora eu tenha pugnado até aqui, como republicano, o banimento dum nome, que no seu cego absolutismo monárquico, enquanto Rei, mandou fechar o Parlamento e permitiu prender e enforcar, no Porto, mais de duas dezenas de liberais, e ainda insatisfeito permitiu que fossem decapitados, D. Miguel reina em Gondomar!
Até hoje nada consegui, apesar de já ter levantado a questão na imprensa nacional e regional, mesmo com apoio de gradas figuras democráticas ainda não foi possível eliminar as placas, que marcam a honra de Gondomar em honrar o antecessor de Vossa Alteza!
Embora não concorde com a predominância do nome de D. Miguel nos arruamentos de Gondomar, o que muito vos deve alegrar, acho que, enquanto existir tal honra, as placas toponímicas com seu nome devem luzir, o que não acontece, a ver pelos exemplos que envio, mas que, há anos ninguém quer reparar! Atendendo à crise, atendendo que a Câmara de Gondomar é das mais endividadas do País, as perspectivas da substituição das placas, em mau estado, com o nome de
D. Miguel são reduzidas.
Assim, rogo a Sua Alteza que não deixeis afrontar a vossa ascendênca e ajudai Gondomar oferecendo novas placas. Depois, podeis vir, montado no vosso cavalo real e passear pelos vossos domínios gondomarenses. Já que a República se porta mal, que seja a Monarquia a ajudar D. Miguel a reinar em Gondomar e quem sabe, se aos vossos títulos não seja acrescentado o de Conde de Gondomar?
Esperando um gesto da vossa habitual magnânidade, assina um republicano, pede desculpa da ousadia de em nome da República pedir ajuda à Monarquia!
Sou Atenciosamente
Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Este presidente não é meu.
ESTE PRESIDENTE NÃO É MEU.
Não quero um Presidente que pactua com insultos de quem lhe chama o Sr. Silva.
Isso seria o menos se Presidente da República Portuguesa não tivesse aceite visitar a Região Autonómica da Madeira numa postura subserviente, sem ser recebido na Assembleia Regional. Uma vergonhosa afronta com que pactuou!
Não quero um Presidente que promulga decretos, mas depois diz que não concorda com eles, que promulga um orçamento de Governo, mas depois incita os prejudicados a virem para rua. Como é? Temos um Presidente arruaceiro? Essa é a função dos sindicatos, não a do Presidente da República.
Não quero um Presidente que se arma em sério, mesmo muito sério, cuja seriedade é invocada para a recusa em dar explicações convincentes sobre o que o acusam e deixou ficar o caso das escutas em nublosas interpretações!
Eu votei Alegre, não convicto de que ele iria ganhar, mas porque votarei sempre pelos valores da República, em que ninguém é mais que ninguém, que considera que os cidadãos, que se propôem a ser eleitos, devem servir a República e não dela servir-se.
Votei Alegre, e votarei sempre em quem represente um maior equilíbrio entre o Homem-Ser e o Homem-Ter. Eu privilegio o primeiro não o Homem-Ter, porque o que glorifica a vida de um homem é o que ele foi e não o que ele teve!
Sou pela supremacia do interesse colectivo sobre o privado e não ao contrário.
Dando de barato que Cavaco seja sério, acho que ele tende a ceder mais aos privados e alinhar na filosofia do cada um que se desenrrasque, deixando os fracos, os desprotegidos entregues a um deus dará, confiando mais na iniciativa privada e enfraquecendo a do Estado!
Por fim, não quero um Presidente, que no seu discurso de vitória, em vez de tentar de imediato unir os portugueses, não se coibiu de dar alfinetadas ao carácter dos (rancoroso, chamou-lhe Mário Soares) seus adversários.
Cavaco tem legitimidade para ser representante de Portugal, mas não de todos os portugueses. Ele não é o meu Presidente.
Aliás, com a maior abstenção de sempre e com os votos nulos e em branco, assim como os votos expressos noutros candidatos, é-o apenas para pouco mais de 20% dos eleitores. Aliás, Jaime Gama, a segunda figura do Estado, tem maior representatividade do que o Presidente da República, porque eleito entre o universo da maioria dos eleitores portugueses, não entre por uma minoria.
.....................xxxxxxxxxxxxxxxxxxx....................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
E
Não quero um Presidente que pactua com insultos de quem lhe chama o Sr. Silva.
Isso seria o menos se Presidente da República Portuguesa não tivesse aceite visitar a Região Autonómica da Madeira numa postura subserviente, sem ser recebido na Assembleia Regional. Uma vergonhosa afronta com que pactuou!
Não quero um Presidente que promulga decretos, mas depois diz que não concorda com eles, que promulga um orçamento de Governo, mas depois incita os prejudicados a virem para rua. Como é? Temos um Presidente arruaceiro? Essa é a função dos sindicatos, não a do Presidente da República.
Não quero um Presidente que se arma em sério, mesmo muito sério, cuja seriedade é invocada para a recusa em dar explicações convincentes sobre o que o acusam e deixou ficar o caso das escutas em nublosas interpretações!
Eu votei Alegre, não convicto de que ele iria ganhar, mas porque votarei sempre pelos valores da República, em que ninguém é mais que ninguém, que considera que os cidadãos, que se propôem a ser eleitos, devem servir a República e não dela servir-se.
Votei Alegre, e votarei sempre em quem represente um maior equilíbrio entre o Homem-Ser e o Homem-Ter. Eu privilegio o primeiro não o Homem-Ter, porque o que glorifica a vida de um homem é o que ele foi e não o que ele teve!
Sou pela supremacia do interesse colectivo sobre o privado e não ao contrário.
Dando de barato que Cavaco seja sério, acho que ele tende a ceder mais aos privados e alinhar na filosofia do cada um que se desenrrasque, deixando os fracos, os desprotegidos entregues a um deus dará, confiando mais na iniciativa privada e enfraquecendo a do Estado!
Por fim, não quero um Presidente, que no seu discurso de vitória, em vez de tentar de imediato unir os portugueses, não se coibiu de dar alfinetadas ao carácter dos (rancoroso, chamou-lhe Mário Soares) seus adversários.
Cavaco tem legitimidade para ser representante de Portugal, mas não de todos os portugueses. Ele não é o meu Presidente.
Aliás, com a maior abstenção de sempre e com os votos nulos e em branco, assim como os votos expressos noutros candidatos, é-o apenas para pouco mais de 20% dos eleitores. Aliás, Jaime Gama, a segunda figura do Estado, tem maior representatividade do que o Presidente da República, porque eleito entre o universo da maioria dos eleitores portugueses, não entre por uma minoria.
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
E
domingo, 23 de janeiro de 2011
Basta que sejam sérios.
A eleições presidenciais mostraram o grande corte de confiança no rating do Povo aos seus políticos. Lamentável tem sido a actuação corruptiva dos políticos, que têm levado a maioria do Povo português a abster-se e não acreditar na sua seriedade em servir a República, mas sim cada vez mais convencidos que dela se servem.
O Povo, devido às suas baixarias, cada vez mais os nivela por baixo! Se fizerem mais um esforço; mais uns escândalos de corrupção, de compadrio, de favores da justiça, não tarda que as próximas eleições sejam só disputadas entre os candidatos, em "sagrado" conclave. Ter um Presidente da República, eleito com a abstenção de mais de 53% dos votos dos portugueses é uma vergonha para o regime democrático. Afinal, o apelo ao voto em massa não resultou! A maioria do povo não lhe passou cavaco! Que ilusão pode ele ter, agora, em exigir que oiçam os seus recados, em que ele é perito?!
O Povo votou na revolta; ou seja, se juntarmos à abstenção oficial os votos no Defensor Moura, no Manuel Coelho, temos uma abstenção de quase 60%, fora os quase 300 mil de votos nulos ou brancos.
Há muito a fazer para que os políticos ganhem a confiança dos eleitores. Basta que sejam sérios. Basta de golpadas.
.......................xxxxxxxxxxxxxxx................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
O Povo, devido às suas baixarias, cada vez mais os nivela por baixo! Se fizerem mais um esforço; mais uns escândalos de corrupção, de compadrio, de favores da justiça, não tarda que as próximas eleições sejam só disputadas entre os candidatos, em "sagrado" conclave. Ter um Presidente da República, eleito com a abstenção de mais de 53% dos votos dos portugueses é uma vergonha para o regime democrático. Afinal, o apelo ao voto em massa não resultou! A maioria do povo não lhe passou cavaco! Que ilusão pode ele ter, agora, em exigir que oiçam os seus recados, em que ele é perito?!
O Povo votou na revolta; ou seja, se juntarmos à abstenção oficial os votos no Defensor Moura, no Manuel Coelho, temos uma abstenção de quase 60%, fora os quase 300 mil de votos nulos ou brancos.
Há muito a fazer para que os políticos ganhem a confiança dos eleitores. Basta que sejam sérios. Basta de golpadas.
.......................xxxxxxxxxxxxxxx................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Guardar, para mais tarde que recordar.
Guardar, para mais tarde recordar.
Gosto destas raras santidades!
Aqui fica o e-mail que recebi.
Felizmente que eu leio jornais e outras coisas mais!
"Cabeçalhos
Data: Mon, 17 Jan 2011 14:41:40 +0000 [17-01-2011 14:41:40 WET]
De: Teresa Gonçalves
Assunto: Fwd: FW: Aníbal, a descoberto.
Cabeçalhos: Mostrar todos os cabeçalhos
Mostrar este HTML numa nova janela?
Não é política baixa. É só para recordar a dualidade de certas pessoas. Se não tivermos memória, somos levados na onda. É preciso não esquecer o passado recente de quem se diz o provedor do Povo, depois de mais de 15 anos à frente do destino do País.
Quando pensamos, deixamos de ser ovelhas tresmalhadas.
>
> -*Por favor, leiam! *
>
> *Mas leiam tudo até ao fim!!!*
>
> *E depois cheguem a uma conclusão!!!*
>
>
> * Aníbal a descoberto. *
> >
>
> *(Tal como recebi)*
>
> *É urgente, é imperioso, que a maioria dos portugueses conheçam a verdade e
> a origem dos mais graves problemas que devastam o país.*
>
> *ISTO É PARA LER E RELER!*
>
> *
> *O MONSTRO**
>
>
> Se os portugueses não tivessem memória curta e tivessem sido leitores do
> Expresso teriam dado por uns artigos de Cavaco Silva que, segundo o próprio,
> alertavam para o risco de Portugal chegar à situação em que estamos. Mas
> esses mesmos portugueses recordar-se-iam igualmente da última vez que o FMI
> esteve em Portugal, em 1983. Nesse tempo o grande problema da economia
> portuguesa era o mesmo que enfrentamos actualmente, a sua competitividade
> externa agravada agora por um contexto internacional menos favorável e por
> uma dívida pública e privada que consomem uma parte cada vez mais
> significativa da riqueza produzida pelo país.
>
> Tal como agora os jovens não tinham emprego e no meu caso a situação era
> agravada pelo estigma de ter tirado a licenciatura do ISEG, os anúncios de
> empregos excluíam os que se tinham licenciado naquela escola, os senhores da
> Universidade Católica (por onde andava o Cavaco) e da Nova (onde o Cavaco se
> baldou até ter tido um processo disciplinar) usavam da sua influência para
> as empresas empregadoras favorecerem os pupilos da Nova e da Católica.
>
> Lembrar-se-iam também de que a causa remota da vinda do FMI foi a decisão de
> Cavaco Silva de revalorizar o escudo, uma manobra eleitoralista apoiada num
> falso nacionalismo que retirou a competitividade externa das economias
> portuguesas, com as consequências que o país conheceu depois. O mesmo Cavaco
> que tinha responsabilidades directas no descalabro da economia portuguesa
> deu depois o golpe ao governo do bloco central quando tudo estava resolvido,
> governando em tempo de falsas vacas gordas, à custa da adesão à CEE que
> tinha sido conseguida por Mário Soares, do reequilíbrio das contas externas
> alcançado num governo liderado pelo mesmo Mário Soares e da imensidão dos
> fundos comunitários. Há poucos dias muitos evocaram o papel do falecido
> Ernâni Lopes na recuperação da economia portuguesa, ninguém se recordou de
> quem foi o responsável por Portugal ter ido bater à porta do FMI, nesse
> tempo Cavaco não tinha tempo para alertar em artigos no Expresso para as
> consequências da sua incompetência.
>
> Outro exemplo da preocupação de Cavaco Silva com a protecção da economia
> portuguesa e a competitividade das nossas empresas foi-nos dado quando já
> era primeiro-ministro. Para reduzir a taxa de inflação não hesitou em
> eliminar os mecanismos de protecção negociados durante a adesão para o
> sector agrícola e de um dia para o outro sectores como os cereais, carnes e
> lácteos deixaram de ter qualquer protecção em relação à forte concorrência
> dos produtos vindos dos outros estados-membros soçobrando face à
> competitivade da agricultura europeia.
>
> Cavaco Silva é o pai da conquista de votos a qualquer preço, dos acordos de
> concertação social à custa de cedências generalizadas, dos negócios
> lucrativos de acções com cotações fixadas por Oliveira e Costa, da promoção
> de professores de trabalhos manuais com o 5.º ano a professores com estatuto
> de licenciados, da possibilidade de os funcionários públicos poderem comprar
> anos de serviço com base em mentiras o que permitiu a muito boa gente
> reformar-se com cinquenta anos porque deram explicações quando tinham doze,
> dos aumentos de pensões de reforma em vésperas de eleições, do agendamento
> de dezenas de cerimónias de inauguração de obras públicas em vésperas de
> eleições, de cerimónias do CCB onde se exibiam publicamente os novos
> militantes do PSD, muitos deles promovidos a chefes depois do competente
> preenchimento da ficha de militante.
>
> Cavaco Silva é o pai das políticas eleitoralistas sem escrúpulos em que os
> votos justificam os meios, da invasão do Estado por milhares de boys, do
> enriquecimento fácil à custa do Estado, é o pai espiritual dos que roubaram
> mais de 3 mil milhões de euros no BPN que os portugueses terão de pagar com
> impostos e cortes de vencimentos. O candidato presidencial Cavaco não previu
> o futuro do país num artigo que escreveu há sete anos, o agora candidato
> presidencial escreveu o futuro do país quando foi ministro das Finanças e
> primeiro-ministro, escreveu gatafunhos na democracia quando o seu pau
> mandado inventou escutas e está a escrever uma página triste na história da
> instituição Presidência da República.
> *
> Quando Miguel Cadilhe disse que Cavaco Silva era o pai do monstro pecou por
> defeito, o candidato presidencial Cavaco Silva é ele próprio a representação
> viva do monstro.*
>
>
> ----- Fim do email encaminhado -----"
Gosto destas raras santidades!
Aqui fica o e-mail que recebi.
Felizmente que eu leio jornais e outras coisas mais!
"Cabeçalhos
Data: Mon, 17 Jan 2011 14:41:40 +0000 [17-01-2011 14:41:40 WET]
De: Teresa Gonçalves
Assunto: Fwd: FW: Aníbal, a descoberto.
Cabeçalhos: Mostrar todos os cabeçalhos
Mostrar este HTML numa nova janela?
Não é política baixa. É só para recordar a dualidade de certas pessoas. Se não tivermos memória, somos levados na onda. É preciso não esquecer o passado recente de quem se diz o provedor do Povo, depois de mais de 15 anos à frente do destino do País.
Quando pensamos, deixamos de ser ovelhas tresmalhadas.
>
> -*Por favor, leiam! *
>
> *Mas leiam tudo até ao fim!!!*
>
> *E depois cheguem a uma conclusão!!!*
>
>
> * Aníbal a descoberto. *
> >
>
> *(Tal como recebi)*
>
> *É urgente, é imperioso, que a maioria dos portugueses conheçam a verdade e
> a origem dos mais graves problemas que devastam o país.*
>
> *ISTO É PARA LER E RELER!*
>
> *
> *O MONSTRO**
>
>
> Se os portugueses não tivessem memória curta e tivessem sido leitores do
> Expresso teriam dado por uns artigos de Cavaco Silva que, segundo o próprio,
> alertavam para o risco de Portugal chegar à situação em que estamos. Mas
> esses mesmos portugueses recordar-se-iam igualmente da última vez que o FMI
> esteve em Portugal, em 1983. Nesse tempo o grande problema da economia
> portuguesa era o mesmo que enfrentamos actualmente, a sua competitividade
> externa agravada agora por um contexto internacional menos favorável e por
> uma dívida pública e privada que consomem uma parte cada vez mais
> significativa da riqueza produzida pelo país.
>
> Tal como agora os jovens não tinham emprego e no meu caso a situação era
> agravada pelo estigma de ter tirado a licenciatura do ISEG, os anúncios de
> empregos excluíam os que se tinham licenciado naquela escola, os senhores da
> Universidade Católica (por onde andava o Cavaco) e da Nova (onde o Cavaco se
> baldou até ter tido um processo disciplinar) usavam da sua influência para
> as empresas empregadoras favorecerem os pupilos da Nova e da Católica.
>
> Lembrar-se-iam também de que a causa remota da vinda do FMI foi a decisão de
> Cavaco Silva de revalorizar o escudo, uma manobra eleitoralista apoiada num
> falso nacionalismo que retirou a competitividade externa das economias
> portuguesas, com as consequências que o país conheceu depois. O mesmo Cavaco
> que tinha responsabilidades directas no descalabro da economia portuguesa
> deu depois o golpe ao governo do bloco central quando tudo estava resolvido,
> governando em tempo de falsas vacas gordas, à custa da adesão à CEE que
> tinha sido conseguida por Mário Soares, do reequilíbrio das contas externas
> alcançado num governo liderado pelo mesmo Mário Soares e da imensidão dos
> fundos comunitários. Há poucos dias muitos evocaram o papel do falecido
> Ernâni Lopes na recuperação da economia portuguesa, ninguém se recordou de
> quem foi o responsável por Portugal ter ido bater à porta do FMI, nesse
> tempo Cavaco não tinha tempo para alertar em artigos no Expresso para as
> consequências da sua incompetência.
>
> Outro exemplo da preocupação de Cavaco Silva com a protecção da economia
> portuguesa e a competitividade das nossas empresas foi-nos dado quando já
> era primeiro-ministro. Para reduzir a taxa de inflação não hesitou em
> eliminar os mecanismos de protecção negociados durante a adesão para o
> sector agrícola e de um dia para o outro sectores como os cereais, carnes e
> lácteos deixaram de ter qualquer protecção em relação à forte concorrência
> dos produtos vindos dos outros estados-membros soçobrando face à
> competitivade da agricultura europeia.
>
> Cavaco Silva é o pai da conquista de votos a qualquer preço, dos acordos de
> concertação social à custa de cedências generalizadas, dos negócios
> lucrativos de acções com cotações fixadas por Oliveira e Costa, da promoção
> de professores de trabalhos manuais com o 5.º ano a professores com estatuto
> de licenciados, da possibilidade de os funcionários públicos poderem comprar
> anos de serviço com base em mentiras o que permitiu a muito boa gente
> reformar-se com cinquenta anos porque deram explicações quando tinham doze,
> dos aumentos de pensões de reforma em vésperas de eleições, do agendamento
> de dezenas de cerimónias de inauguração de obras públicas em vésperas de
> eleições, de cerimónias do CCB onde se exibiam publicamente os novos
> militantes do PSD, muitos deles promovidos a chefes depois do competente
> preenchimento da ficha de militante.
>
> Cavaco Silva é o pai das políticas eleitoralistas sem escrúpulos em que os
> votos justificam os meios, da invasão do Estado por milhares de boys, do
> enriquecimento fácil à custa do Estado, é o pai espiritual dos que roubaram
> mais de 3 mil milhões de euros no BPN que os portugueses terão de pagar com
> impostos e cortes de vencimentos. O candidato presidencial Cavaco não previu
> o futuro do país num artigo que escreveu há sete anos, o agora candidato
> presidencial escreveu o futuro do país quando foi ministro das Finanças e
> primeiro-ministro, escreveu gatafunhos na democracia quando o seu pau
> mandado inventou escutas e está a escrever uma página triste na história da
> instituição Presidência da República.
> *
> Quando Miguel Cadilhe disse que Cavaco Silva era o pai do monstro pecou por
> defeito, o candidato presidencial Cavaco Silva é ele próprio a representação
> viva do monstro.*
>
>
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