GONDOMAR
Grande terra à beira-mar !
Ourives de prata e ouro!
Nabos tens para vender e dar!
Douro é o teu grande rio;
Ode à beleza, sem igual,
Mas em ti se "orientaram"
Arrais, que a ti chegaram,
Roubaram-te a honra, ó Gondomar,
E desonrado te puseram
No mapa de Portugal!
...........xxxxxxxxx.................
Silvino Figueiredo
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Teus olhos
Teus olhos
Amor, teus olhos são correios
Que me trazem o mapa da rota,
No teu doce mar,
Para nele navegar minha frota de desejos;
Para especiarias encontrar no porto do teu coração,
Onde me fundeio, para de amor encher o porão!
Quando levanto ferro,
Para navegar na baía do meu contentamento,
Há sempre bom vento
E teus olhos são os meus faróis,
Que balizam a entrada pelo teu mar adentro
E dele mandar notícias aos da minha grei!
Queres saber o que disse?
-Que não queria ser Vice
Mas sim Rei do mar do teu doce olhar
E passar meu reinado nele a navegar.
Amor, obrigado,
Por teus olhos me terem enviado o mapa da rota
Para te encontrar!
--------------xxxxxxxxxxxxxx-----
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint Pierre de lá-buraque) Gondomar
Amor, teus olhos são correios
Que me trazem o mapa da rota,
No teu doce mar,
Para nele navegar minha frota de desejos;
Para especiarias encontrar no porto do teu coração,
Onde me fundeio, para de amor encher o porão!
Quando levanto ferro,
Para navegar na baía do meu contentamento,
Há sempre bom vento
E teus olhos são os meus faróis,
Que balizam a entrada pelo teu mar adentro
E dele mandar notícias aos da minha grei!
Queres saber o que disse?
-Que não queria ser Vice
Mas sim Rei do mar do teu doce olhar
E passar meu reinado nele a navegar.
Amor, obrigado,
Por teus olhos me terem enviado o mapa da rota
Para te encontrar!
--------------xxxxxxxxxxxxxx-----
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint Pierre de lá-buraque) Gondomar
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Memória
Memória é sótão ,
Onde guardamos lembranças
De desgraças,
De esperanças do passado1
Memória é harpa que tocamos, a solo,
Para nosso consolo!
Memória é sótão,
Aonde subimos
E paramos, absortos,
Lembrando o que no passado fizemos
Ou sentimos.
Somos o centro da tela da nossa memória,
Onde os factos vão acontecendo
E o espaço circundante preenchendo!
No final,
Na tela da nossa memória,
Em exposição,
Mostramos o que fomos:
Derrota ou glória no que somos.
Somos o centro da nossa memória,
E se noutra memória ficarmos
Será a nossa glória!
…………..xxxxxxxxxxxxxxx…………….
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint Pierre de lá-buraque)
Gondomar
Onde guardamos lembranças
De desgraças,
De esperanças do passado1
Memória é harpa que tocamos, a solo,
Para nosso consolo!
Memória é sótão,
Aonde subimos
E paramos, absortos,
Lembrando o que no passado fizemos
Ou sentimos.
Somos o centro da tela da nossa memória,
Onde os factos vão acontecendo
E o espaço circundante preenchendo!
No final,
Na tela da nossa memória,
Em exposição,
Mostramos o que fomos:
Derrota ou glória no que somos.
Somos o centro da nossa memória,
E se noutra memória ficarmos
Será a nossa glória!
…………..xxxxxxxxxxxxxxx…………….
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint Pierre de lá-buraque)
Gondomar
Etiquetas:
Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Versos gemidos
Palavras são palavras!
Que interessa escrever a palavra beijo
Se não tenho meu amor para beijar?
Que interessa dizer a palavra pão
Se não tenho para a refeição?
Que interessa água escrever
ou dizer se não a tenho para beber?
Que interessa o verbo amor
Se não tenho amor para o gastar?
Palavras são só palavras!
A palavra matar não mata,
Só se a pistola disparar
Ou o punhal apunhalar!
Um poema são só palavras,
Que apenas se escrevem,
Que se leem
E se lançam no ar,
Porém, poesia pode nem haver!
Poesia,
Sem palavras,
No olhar do meu amor pode acontecer
E, só com gestos, passarmos aos atos
De contatos dos nossos sentidos.,
Sem palavras,
Só com a poesia
Feita com versos dos nossos gemidos.
Que interessa a palavra beijo,
A palavra amar,
Se meu amor não vejo
Para amar!?
…………………..xxxxxxxxx………………….
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
( o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
Que interessa escrever a palavra beijo
Se não tenho meu amor para beijar?
Que interessa dizer a palavra pão
Se não tenho para a refeição?
Que interessa água escrever
ou dizer se não a tenho para beber?
Que interessa o verbo amor
Se não tenho amor para o gastar?
Palavras são só palavras!
A palavra matar não mata,
Só se a pistola disparar
Ou o punhal apunhalar!
Um poema são só palavras,
Que apenas se escrevem,
Que se leem
E se lançam no ar,
Porém, poesia pode nem haver!
Poesia,
Sem palavras,
No olhar do meu amor pode acontecer
E, só com gestos, passarmos aos atos
De contatos dos nossos sentidos.,
Sem palavras,
Só com a poesia
Feita com versos dos nossos gemidos.
Que interessa a palavra beijo,
A palavra amar,
Se meu amor não vejo
Para amar!?
…………………..xxxxxxxxx………………….
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
( o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Pela "competência" dos subordinados vê-se a incompetência do Chefe!
Já lá tenho passado várias vezes. Esperei que alguém tivesse reparado nesta obra de nabos, mas não! Tem de ser eu: um nabo, com certificado de origem, a chamar a atenção das nabices dos de fora!
Com que então mulheres e crianças seguem pela pista das bicicletas?!. Mas, claro que isto são ninharias! Os negócios ambrosinos ocupam muito tempo e nem o há para dar uma volta por aí e reparar como vai Gondomar! Mal. Só me resta aguarda o tempo de reação a esta chamada de atenção. Outra coisa, já retomaram a posse da Casa de Gramido ou estão à espera que ela seja entregue em ruínas e depois gastar mais uns milhões na recuperação, com empreiteiros amigos?!
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Oh! Que imaginação! Pode lá ser?!
"Ambrósio
Fio de Prumo (in "CM" de 8-2br-2012)
Ambrósio
Mesmo com provas evidentes, os tribunais não conseguem, mais uma vez, apanhar os poderosos.
Por:Paulo Morais, Professor Universitário
O sistema de Justiça absolveu Valentim Loureiro no caso da quinta do Ambrósio. Mesmo com provas evidentes, os tribunais não conseguem, mais uma vez, apanhar os poderosos.
Na Câmara de Gondomar, com a participação ou patrocínio de Valentim Loureiro, um terreno agrícola é adquirido por um milhão de euros. A classificação do solo é alterada e em seis dias o terreno é vendido pelos protegidos de Valentim por cerca de quatro milhões. Esta operação de tráfico de terrenos, caucionada pela câmara, gerou uma margem de lucro de 300 por cento.
Mas as vigarices não ficam por aqui. O terreno é adquirido a um preço exorbitante por uma empresa pública, a STCP, cujo presidente de então dependia organicamente de... Valentim Loureiro. Na posse do terreno, a STCP deixou-o ao abandono. Até hoje.
Chegado o caso a tribunal e ao fim de um longo processo com mais de dez anos (!), Valentim é absolvido.
Na leitura da sentença, o juiz veio declarar que a Câmara de Gondomar funciona como uma agência de intermediação imobiliária.
Mas não tira daí qualquer consequência. As razões da absolvição não se percebem. Mas serão uma de três: ou o crime julgado não foi bem identificado ou definido, o que será inadmissível; ou a acusação foi mal conduzida e estamos perante uma enorme incompetência do Ministério Público; ou o julgamento foi condicionado pela política.
Em suma: os amigos de Valentim compraram um terreno que Valentim, na câmara, valorizou; os amigos venderam a uma empresa pública gerida por outros amigos de Valentim e a um preço influenciado por este. Os amigalhaços ficaram milionários. "Foi sorte", diz ele. Sorte deles e azar nosso, dos contribuintes que pagamos esta fraude com o dinheiro dos nossos impostos.
Este caso tornou-se emblemático. Incorpora todos os ingredientes: autarcas, familiares destes, advogados ardilosos, fuga ao Fisco, empresas públicas mal geridas, urbanismo nada sério, tribunais incompetentes.
Perante esta política nauseabunda, Ambrósio, apetecia-me algo. Tomei a liberdade de pensar nisso. Talvez uma MATANÇA DE PORCOS."
Fio de Prumo (in "CM" de 8-2br-2012)
Ambrósio
Mesmo com provas evidentes, os tribunais não conseguem, mais uma vez, apanhar os poderosos.
Por:Paulo Morais, Professor Universitário
O sistema de Justiça absolveu Valentim Loureiro no caso da quinta do Ambrósio. Mesmo com provas evidentes, os tribunais não conseguem, mais uma vez, apanhar os poderosos.
Na Câmara de Gondomar, com a participação ou patrocínio de Valentim Loureiro, um terreno agrícola é adquirido por um milhão de euros. A classificação do solo é alterada e em seis dias o terreno é vendido pelos protegidos de Valentim por cerca de quatro milhões. Esta operação de tráfico de terrenos, caucionada pela câmara, gerou uma margem de lucro de 300 por cento.
Mas as vigarices não ficam por aqui. O terreno é adquirido a um preço exorbitante por uma empresa pública, a STCP, cujo presidente de então dependia organicamente de... Valentim Loureiro. Na posse do terreno, a STCP deixou-o ao abandono. Até hoje.
Chegado o caso a tribunal e ao fim de um longo processo com mais de dez anos (!), Valentim é absolvido.
Na leitura da sentença, o juiz veio declarar que a Câmara de Gondomar funciona como uma agência de intermediação imobiliária.
Mas não tira daí qualquer consequência. As razões da absolvição não se percebem. Mas serão uma de três: ou o crime julgado não foi bem identificado ou definido, o que será inadmissível; ou a acusação foi mal conduzida e estamos perante uma enorme incompetência do Ministério Público; ou o julgamento foi condicionado pela política.
Em suma: os amigos de Valentim compraram um terreno que Valentim, na câmara, valorizou; os amigos venderam a uma empresa pública gerida por outros amigos de Valentim e a um preço influenciado por este. Os amigalhaços ficaram milionários. "Foi sorte", diz ele. Sorte deles e azar nosso, dos contribuintes que pagamos esta fraude com o dinheiro dos nossos impostos.
Este caso tornou-se emblemático. Incorpora todos os ingredientes: autarcas, familiares destes, advogados ardilosos, fuga ao Fisco, empresas públicas mal geridas, urbanismo nada sério, tribunais incompetentes.
Perante esta política nauseabunda, Ambrósio, apetecia-me algo. Tomei a liberdade de pensar nisso. Talvez uma MATANÇA DE PORCOS."
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Pensamentos "científicos" figarianos.
Ciência:
Actividade que demonstra a ignorâcia do Homem!
Descoberta:
Arte de descobrir o que já existia!
Árbitro de futebol:
Juíz condenado pela audiência!
Natureza:
Coisa que o Homem estraga...
naturalmente!
Desporto:
Arte de conseguir façanhas
e que só glorifica os primeiros "façanhudos"!
Desportista:
Todo aquele que não é sócio do Porto!
Virgem:
Mulher que tem ou espera
ter um menino ao colo!
Capitalista:
Turista que só visita Capitais!
Prostituição:
Fisioterapia à próstata!
Coitado:
Homem que não coita!..
Coitado!
...............xxxxxxxxxxxxxxxxx...........
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
Nota:
pensamentos in meu caderno nº 6
Actividade que demonstra a ignorâcia do Homem!
Descoberta:
Arte de descobrir o que já existia!
Árbitro de futebol:
Juíz condenado pela audiência!
Natureza:
Coisa que o Homem estraga...
naturalmente!
Desporto:
Arte de conseguir façanhas
e que só glorifica os primeiros "façanhudos"!
Desportista:
Todo aquele que não é sócio do Porto!
Virgem:
Mulher que tem ou espera
ter um menino ao colo!
Capitalista:
Turista que só visita Capitais!
Prostituição:
Fisioterapia à próstata!
Coitado:
Homem que não coita!..
Coitado!
...............xxxxxxxxxxxxxxxxx...........
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
Nota:
pensamentos in meu caderno nº 6
Subscrever:
Mensagens (Atom)
