S.Pedro da Foz.
Para um homem ser feliz não é necessário viver numa cidade, por isso não acho bom nem mau o facto de Gondomar ter três cidades, talvez caso único em Portugal. Curioso é que no caso da freguesia de Valbom ser agregada, junta ou fundida com a de Gondomar acontecerá o facto de também, talvez inédito , uma freguesia ficar com duas cidades! Ou será que uma delas deixará de ser? Qual?
De qualquer modo, não tenho dúvida que as duas freguesias juntas beneficiarão com as mais valias sociais-económicas alcançadas
No caso da Freguesia de S.Pedro da Cova, atendendo ao seu caracter semi -rural, , S. Pedro da Cova ficaria melhor servida com a união à freguesia do Foz-do-Sousa e à de Jovim. Quais as vantagens?
1º S.Pedro passava a ter acesso ao rio Sousa e ao Rio-Douro
2º-A nova freguesia, com 44 km2, seria a maior de Gondomar e ganharia outro potencial de desenvolvimento económico, político e social!
3º-Dentro da sua área teria os mais importantes rios de Gondomar, Rio-Ferreira, o Rio Sousa e o Rio Douro. As suas margens seriam mais valia para posterior desenvolvimento a todos os níveis.
4º-O eixo rodoviário S. Pedro Foz-do-Sousa seria desenvolvido ao longo do Rio Ferreira.
5º- A sede da nova freguesia podia ser Jovim e o seu no S.Pedro da Foz do Sousa ou simplesmente S.Pedro da Foz.
6º Por fim, seria a área mais apropriada para a instalação da nova Câmara de Gondomar, pois que está atrofiada em Quintã e sendo o novo edifício construído em Jovim levaria a um novo fôlego de desenvolvimento, ficando mais perto, com boas ligações, às freguesias que compõem o Alto Concelho.
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Esta é a minha opinião entre muitas outras, certamente. Todavia, já aqui disse, pugno por uma só Câmara para a Aérea Metropolitana do Porto.Deixemo-nos de bairrismos saloios.
Nota. O nome alvitrado de S. Pedro da Foz foi alvitrado por outrem, meu familiar.
Assina: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Natural do lugar da Boavista, Gondomar
segunda-feira, 16 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Sem Coração, sem Alma!
Coitado de quem nascer,
Que só na vida vai sofrer
Como outros já sofreram
E tristeza não quiseram!
Coitado de quem nascer
Neste mundo; neste país,
Que o filme que só vai ver
É a crise como atriz!
Ciência da evolução,
Que agora tudo comanda,
Faz o Homem sem coração
Nesta teia, nesta trama,
O cúmulo da perfeição
Será nascer já sem alma!
Mas, Deus é grande, dizem,
O Homem é que é um anão!
Porém de Deus Sua criação,
Dizem!
……………xxxxxxxx………………..
Autor deste original:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar Seis da manhã,
Que só na vida vai sofrer
Como outros já sofreram
E tristeza não quiseram!
Coitado de quem nascer
Neste mundo; neste país,
Que o filme que só vai ver
É a crise como atriz!
Ciência da evolução,
Que agora tudo comanda,
Faz o Homem sem coração
Nesta teia, nesta trama,
O cúmulo da perfeição
Será nascer já sem alma!
Mas, Deus é grande, dizem,
O Homem é que é um anão!
Porém de Deus Sua criação,
Dizem!
……………xxxxxxxx………………..
Autor deste original:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar Seis da manhã,
Seis da manhã
Seis da manhã,
E os melros,
Que assobiam
Em sinfonia nos quintais,
Saudando o dia ou seus amores
Em amorosos e sonoros madrigais.
A aurora vai-se levantado
Entre seus lençóis de claridade,
E os melros assobiam melhor,
Com melhor sonoridade!
Seis da manhã!
Eu quase sempre desperto,
E não dispenso já
De ouvir os melros em tão belo concerto,
Todavia, há outros melros no meu país,
No seu governo, que não me fazem feliz,
Mas sim da vida um inferno!
Oxalá que o Gaspar; ministro garoto,
Não oiça melros cantar,
Senão pagam imposto!
…………..xxxxxxxxxxxxx………………..
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar
E os melros,
Que assobiam
Em sinfonia nos quintais,
Saudando o dia ou seus amores
Em amorosos e sonoros madrigais.
A aurora vai-se levantado
Entre seus lençóis de claridade,
E os melros assobiam melhor,
Com melhor sonoridade!
Seis da manhã!
Eu quase sempre desperto,
E não dispenso já
De ouvir os melros em tão belo concerto,
Todavia, há outros melros no meu país,
No seu governo, que não me fazem feliz,
Mas sim da vida um inferno!
Oxalá que o Gaspar; ministro garoto,
Não oiça melros cantar,
Senão pagam imposto!
…………..xxxxxxxxxxxxx………………..
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Cravos na mão, revolta no coração.
Enquanto houve dinheiros de Bruxelas,
Doutores e engenheiro; “políticos bestiais”
Criaram seus domínios e clientelas
Para gastar os importados capitais
Criaram parcerias públicas e privadas,
Empresas municipais e gamelas;
Tudo coisas bem fundamentadas
No gasto do maná de Bruxelas
Agora, mão atrás e outra à frente,
Doutor coelho não quer ser fodido
E passa a vida a foder a gente,
Dizendo que é a bem da nação
Foder-nos permanentemente
Sem a nossa autorização
Vem aí o 25 de Abril;
Dia de dizer não,
Reprovar termos chegado aqui
E dizer que não vamos por aí.
O povo, sempre bem mandado,
Só terá o que merece
Se só eleger quem manda
E de mandar se esquece!
Que ponha cravos na mão
E a revolta no coração.
……….xxxxxxxxxx……………
Autor deste original inédito
Silvino Taveira Machado Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar
Doutores e engenheiro; “políticos bestiais”
Criaram seus domínios e clientelas
Para gastar os importados capitais
Criaram parcerias públicas e privadas,
Empresas municipais e gamelas;
Tudo coisas bem fundamentadas
No gasto do maná de Bruxelas
Agora, mão atrás e outra à frente,
Doutor coelho não quer ser fodido
E passa a vida a foder a gente,
Dizendo que é a bem da nação
Foder-nos permanentemente
Sem a nossa autorização
Vem aí o 25 de Abril;
Dia de dizer não,
Reprovar termos chegado aqui
E dizer que não vamos por aí.
O povo, sempre bem mandado,
Só terá o que merece
Se só eleger quem manda
E de mandar se esquece!
Que ponha cravos na mão
E a revolta no coração.
……….xxxxxxxxxx……………
Autor deste original inédito
Silvino Taveira Machado Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Gondomar; rima dourada!
Ó Gondomar, quem navega
No Douro, que por ti passa,
Lembranças formosas leva
Da beleza da tua graça!
E do alto do belo mirante
Que é o teu Monte Crasto
Vê-se longe e distante,
Mas aquém do teu rasto
E parecendo que não,
Gondomar rima com ouro
Que há em seu coração
O que torna natural
Joia de teu tesouro
Ser joia de Portugal!
.xxxxxxxxxxxx..
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
No Douro, que por ti passa,
Lembranças formosas leva
Da beleza da tua graça!
E do alto do belo mirante
Que é o teu Monte Crasto
Vê-se longe e distante,
Mas aquém do teu rasto
E parecendo que não,
Gondomar rima com ouro
Que há em seu coração
O que torna natural
Joia de teu tesouro
Ser joia de Portugal!
.xxxxxxxxxxxx..
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Teus olhos!
Teus olhos!
A cor dos teus solhos!
O sorriso nos teus olhos!
O amor dos teus olhos!
Olhos que afagam, que enleiam,
Que amam, que meus incendeiam!
No mapa da vida teus olhos são meus guias,
Que falam línguas, que só meus entendem!
Teus olhos, por mim decorados há muito tempo,
Que eu vejo de olhos fechados
A qualquer momento!
No mapa da minha vida teus olhos são guias
De toda a estrada percorrida!
Amor, ………………..Teus olhos!
……………………..xxxxxxxxxxxxxx…………..
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o figas de saint Pierre de lá-buraque)
Gondomar
A cor dos teus solhos!
O sorriso nos teus olhos!
O amor dos teus olhos!
Olhos que afagam, que enleiam,
Que amam, que meus incendeiam!
No mapa da vida teus olhos são meus guias,
Que falam línguas, que só meus entendem!
Teus olhos, por mim decorados há muito tempo,
Que eu vejo de olhos fechados
A qualquer momento!
No mapa da minha vida teus olhos são guias
De toda a estrada percorrida!
Amor, ………………..Teus olhos!
……………………..xxxxxxxxxxxxxx…………..
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o figas de saint Pierre de lá-buraque)
Gondomar
terça-feira, 3 de abril de 2012
Juntas não querem máquina de cortar relva do Relvas!
Juntas não querem máquinas de cortar relva do Relvas!
As juntas não querem máquinas do Relvas, preferem ter mato bravio!
Sem dúvida que sem a mando da Troika já devíamos ter feito uma reforma administrativa do território, inalterável desde o século XIX, mas, como sempre, para nos ajudar a manter a independência desde sempre precisamos de ajuda externa! Se não fizemos, por nossa vontade, a necessária reforma, foi devido ao conservadorismo político e económico dos interesses instalados, diga-se tachos adquiridos para “filhos e enteados”. Assim, percebe-se o estrebuchar perante a visão da mudança porque lá se vai o poder e a influência e a garantia do caciquismo pacóvio. Eu, sou de opinião que a área metropolitana devia ser governada só por uma Câmara, eleita por todos os eleitores da área abrangida, ficando as atuais câmaras a fazer o papel de Juntas, pouco mais, e as Juntas a fazerem de lojas do cidadão. Claro que compreendo perfeitamente os estragos, a nível político, de tal reforma, pois que alguns partidos perderão o poder e influência até agora exercidos. Compreende-se, por exemplo, que o PCP tenha orientado os seus autarcas para defenderem a manutenção das freguesias, porque a agregação com o eleitorado doutra ou doutras freguesias não lhes garantem a manutenção do poder, antes pelo contrário.
Temos o exemplo da Freguesia de Pedro da Cova, que tem tido maioritariamente mandatos comunistas, mas a junção ou agregação com o eleitorado da vizinha freguesia da Foz-do Sousa ou Fânzeres perspetiva o fim do seu poder, tendendo este a passar para o PS ou PSD.
Claro que o Governo cederá aqui e acolá, neste ou naquele pormenor, mas se as Juntas representam as populações locais o Governo representa a nacional. Assim, as Juntas têm que fazer o que Governo quer e este o que a Troika manda! O resto são balelas. Quem manda, infelizmente, são os de fora e quem tem poder para o fazer!
No final, todos, para consolo dos espíritos, poderão dizer, em uníssono:- “Nós não queríamos, mas fomos obrigados”. Fiquem com esse consolo, mas tentem acompanhar a modernidade. Sejam políticos do nosso tempo. Não queiram ser fósseis do século XIX. Hodiernamente, Portugal tem um tecido urbano de cidades, não de aldeias! Copiem, sem vergonha, os bons exemplos. Façam reformas por iniciativa própria e não estejam séculos à espera de ser empurrados! Deixem-se de folclores.
Digam sim às máquinas de cortar relva e não deixem crescer mato no espírito!
………………………………………xxxxxxxxxxxxxxx……………………………………….
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
As juntas não querem máquinas do Relvas, preferem ter mato bravio!
Sem dúvida que sem a mando da Troika já devíamos ter feito uma reforma administrativa do território, inalterável desde o século XIX, mas, como sempre, para nos ajudar a manter a independência desde sempre precisamos de ajuda externa! Se não fizemos, por nossa vontade, a necessária reforma, foi devido ao conservadorismo político e económico dos interesses instalados, diga-se tachos adquiridos para “filhos e enteados”. Assim, percebe-se o estrebuchar perante a visão da mudança porque lá se vai o poder e a influência e a garantia do caciquismo pacóvio. Eu, sou de opinião que a área metropolitana devia ser governada só por uma Câmara, eleita por todos os eleitores da área abrangida, ficando as atuais câmaras a fazer o papel de Juntas, pouco mais, e as Juntas a fazerem de lojas do cidadão. Claro que compreendo perfeitamente os estragos, a nível político, de tal reforma, pois que alguns partidos perderão o poder e influência até agora exercidos. Compreende-se, por exemplo, que o PCP tenha orientado os seus autarcas para defenderem a manutenção das freguesias, porque a agregação com o eleitorado doutra ou doutras freguesias não lhes garantem a manutenção do poder, antes pelo contrário.
Temos o exemplo da Freguesia de Pedro da Cova, que tem tido maioritariamente mandatos comunistas, mas a junção ou agregação com o eleitorado da vizinha freguesia da Foz-do Sousa ou Fânzeres perspetiva o fim do seu poder, tendendo este a passar para o PS ou PSD.
Claro que o Governo cederá aqui e acolá, neste ou naquele pormenor, mas se as Juntas representam as populações locais o Governo representa a nacional. Assim, as Juntas têm que fazer o que Governo quer e este o que a Troika manda! O resto são balelas. Quem manda, infelizmente, são os de fora e quem tem poder para o fazer!
No final, todos, para consolo dos espíritos, poderão dizer, em uníssono:- “Nós não queríamos, mas fomos obrigados”. Fiquem com esse consolo, mas tentem acompanhar a modernidade. Sejam políticos do nosso tempo. Não queiram ser fósseis do século XIX. Hodiernamente, Portugal tem um tecido urbano de cidades, não de aldeias! Copiem, sem vergonha, os bons exemplos. Façam reformas por iniciativa própria e não estejam séculos à espera de ser empurrados! Deixem-se de folclores.
Digam sim às máquinas de cortar relva e não deixem crescer mato no espírito!
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
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