TRONCO POÉTICO
Sou um poeta,
Já um pouco velho
Como tronco já carcomido,
Com ramos secos; quebradiços
Como meus versos de pés-quebrados
E quase sem sentidos; mortiços!
Porém,
De vez em quando
Uma flor poética em mim desponta
E, de dia,
Alguém passando dá conta
E se encanta com seu encanto,
Corta-a e leva-a para sua casa!
Eu não digo nada, mas fico contente.
Quem me dera que, como semente,
Um dia de mim cortasse um pouco da minha raiz
Eu ficaria feliz,
Porque meu tronco poético, já carcomido,
Renasceria de novo noutro tronco novo e viçoso
E de poesia florida coberto
Para enfeitar a poesia da vida!
…………..xxxxxx………..
Autor:Silvino Taveira Machado Figueiredo
( Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Tudo normal
Ah, sim,
hoje é natal,
mas muitos mais dias nunca foram,
mas, depois veio este bem; este mal,
de continuar tudo mal depois do natal!
... É normal.
Temos mensagens de reis
papas e presidentes,
ficamos contentes!
É Natal.
............xxxxxxxxxxxxx...................
Autor:Figas De Saint Pierre Gondomar
hoje é natal,
mas muitos mais dias nunca foram,
mas, depois veio este bem; este mal,
de continuar tudo mal depois do natal!
... É normal.
Temos mensagens de reis
papas e presidentes,
ficamos contentes!
É Natal.
............xxxxxxxxxxxxx...................
Autor:Figas De Saint Pierre Gondomar
domingo, 23 de dezembro de 2012
Viva o Rei
VIVA O REI
O Homem e suas crises de crescimento!
O Homem e suas crises de identidades
E de divindades!
O Homem
E suas crises de miséria,
De fome e de doença!
O Homem,
Sempre em crise por tudo querer ter!
Crises antes do Dilúvio!
Crises que levaram a guerras;
À criação e destruição de impérios,
Da criação de escuridões
E a descobertas de claridades!
Vieram crises de económicas,
Crises financeiras,
Industriais,
Crises nas bolsas,
Nas ações de capitais
Nas almas e nos corações
De mulheres casadas ou solteiras!
Os homens e suas crises de senhores ou de escravos!
Crises sempre houve de carne humana na cama!
Crises de fim de mês e de fim de semana!
Mas, afinal,
Falamos de que crise?
Qual crise e de quem?
De homens ou de ANIMAIS,
Que cada vez há mais!?
Tanto vale, porque o Homem é o “Rei”!
A crise que estamos a passar
É devido ao “Rei” estar a reinar!
Mas,
Qual é a novidade desta crise
Se o Homem sempre em crise viveu e vive!
Mesmo, quando chegar o fim da crise,
ao fim do Mundo,
Haverá a crise do fim,
Porém, com crise acabada
O mundo não tem piada!
Viva o “Rei” e as crises que dele vem!
Amen
……………xxxxxxxx………..
Autor deste original:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o figas de saint pierre de lá-buraque)
O Homem e suas crises de crescimento!
O Homem e suas crises de identidades
E de divindades!
O Homem
E suas crises de miséria,
De fome e de doença!
O Homem,
Sempre em crise por tudo querer ter!
Crises antes do Dilúvio!
Crises que levaram a guerras;
À criação e destruição de impérios,
Da criação de escuridões
E a descobertas de claridades!
Vieram crises de económicas,
Crises financeiras,
Industriais,
Crises nas bolsas,
Nas ações de capitais
Nas almas e nos corações
De mulheres casadas ou solteiras!
Os homens e suas crises de senhores ou de escravos!
Crises sempre houve de carne humana na cama!
Crises de fim de mês e de fim de semana!
Mas, afinal,
Falamos de que crise?
Qual crise e de quem?
De homens ou de ANIMAIS,
Que cada vez há mais!?
Tanto vale, porque o Homem é o “Rei”!
A crise que estamos a passar
É devido ao “Rei” estar a reinar!
Mas,
Qual é a novidade desta crise
Se o Homem sempre em crise viveu e vive!
Mesmo, quando chegar o fim da crise,
ao fim do Mundo,
Haverá a crise do fim,
Porém, com crise acabada
O mundo não tem piada!
Viva o “Rei” e as crises que dele vem!
Amen
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Autor deste original:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o figas de saint pierre de lá-buraque)
sábado, 22 de dezembro de 2012
Folha outonal!
Luz de outono;
luz repousante;
macia; calma;
que beija corpos em primaveras,
que alumia sonhos de quimeras
... em estações sucessivas,
até que vem o inverno
e varre folhas caídas!
.......xxxxxxxxxx.........
Autor desta folha outonal:
Figas De Saint Pierre
luz repousante;
macia; calma;
que beija corpos em primaveras,
que alumia sonhos de quimeras
... em estações sucessivas,
até que vem o inverno
e varre folhas caídas!
.......xxxxxxxxxx.........
Autor desta folha outonal:
Figas De Saint Pierre
O amor é um chá!
Silvino Figueiredo
O amor é chá,
que quente se toma,
lentamente,
mas sem o deixar esfriar.
Se arrefecer,
... além de mais açucar se acrescentar,
o melhor é voltar aquecer,
..fortemente.
........xxxxxxxx..............
Autor deste chá:
Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque
O amor é chá,
que quente se toma,
lentamente,
mas sem o deixar esfriar.
Se arrefecer,
... além de mais açucar se acrescentar,
o melhor é voltar aquecer,
..fortemente.
........xxxxxxxx..............
Autor deste chá:
Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Quem dá mais ou onde se paga menos?
Quem dá mais ou onde se paga menos!
Gérard Depardieu, famoso ator francês, que se fartou de representar o heroico papel de Obélix da aldeia gaulesa contra os romanos, farto do “patriotismo”, que o não livrava de impostos, a troco de redução dos mesmos sobre a sua fortuna trocou de identidade, e de francês de nascimento passou a quer ser ou já é belga por adoção fiscal! De admirar? Não. Não é.
Já estávamos habituados a que os ricos pusessem “patrioticamente” suas fortunas em off-shores, renegando contribuir para o desenvolvimento do solo pátrio, porém, a novidade é agora chegarem ao ponto de trocarem de nacionalidade por motivos fiscais! A troco de benesses fiscais mandam à fava o sentimento e alma da nacionalidade! Perante isto, não é de admirar que o Governo português queira vender partes d’alma; como a TAP e RTP! Não causará espanto se a seguir privatizarem o exército, a marinha, a força aérea, a polícia, os tribunais, etc. Quem sabe até se não privatizam os ministérios em particular ou o Governo em geral?! Para a privatização ser completa talvez até privatizem a Presidência da República e ponham a bandeira da mesma à venda, ao retalho, numa qualquer feira popular! Angolanos e chineses estarão interessados? Os portugueses até parecem já não se interessarem por ter identidade própria?! Quem dá mais?
………………xxxxxxxxxxxxxxx………….
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
Gérard Depardieu, famoso ator francês, que se fartou de representar o heroico papel de Obélix da aldeia gaulesa contra os romanos, farto do “patriotismo”, que o não livrava de impostos, a troco de redução dos mesmos sobre a sua fortuna trocou de identidade, e de francês de nascimento passou a quer ser ou já é belga por adoção fiscal! De admirar? Não. Não é.
Já estávamos habituados a que os ricos pusessem “patrioticamente” suas fortunas em off-shores, renegando contribuir para o desenvolvimento do solo pátrio, porém, a novidade é agora chegarem ao ponto de trocarem de nacionalidade por motivos fiscais! A troco de benesses fiscais mandam à fava o sentimento e alma da nacionalidade! Perante isto, não é de admirar que o Governo português queira vender partes d’alma; como a TAP e RTP! Não causará espanto se a seguir privatizarem o exército, a marinha, a força aérea, a polícia, os tribunais, etc. Quem sabe até se não privatizam os ministérios em particular ou o Governo em geral?! Para a privatização ser completa talvez até privatizem a Presidência da República e ponham a bandeira da mesma à venda, ao retalho, numa qualquer feira popular! Angolanos e chineses estarão interessados? Os portugueses até parecem já não se interessarem por ter identidade própria?! Quem dá mais?
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
"Está um frio do caralho!"
Ontem, o tema na Tertúlia Poética, no Olimpo Bar, era o frio!
Assim, a tremer, fiz este “poema”…para me aquecer!
ESTÁ UM FRIO DO CARALHO!
A poesia
A tudo pode dar estética,
Até num dia de frio,
De muitos brr’s,
Quando diz:
-“Está um frio do caralho!”,
Logo compensado com a beleza das manhãs
E o encanto do seu orvalho!
Mas,
Se não fosse o frio
E os nossos brr’s
Não acenderíamos lareiras,
Não cantaríamos as janeiras
Nem diríamos,
À volta das fogueiras:
-“Está cá um frio do caralho!”
Brr!
Amor,
Acende-me tua fogueira,
Que eu sinto frio no….coração!
………….XXXXXXXX……………..
Autor:Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar
Assim, a tremer, fiz este “poema”…para me aquecer!
ESTÁ UM FRIO DO CARALHO!
A poesia
A tudo pode dar estética,
Até num dia de frio,
De muitos brr’s,
Quando diz:
-“Está um frio do caralho!”,
Logo compensado com a beleza das manhãs
E o encanto do seu orvalho!
Mas,
Se não fosse o frio
E os nossos brr’s
Não acenderíamos lareiras,
Não cantaríamos as janeiras
Nem diríamos,
À volta das fogueiras:
-“Está cá um frio do caralho!”
Brr!
Amor,
Acende-me tua fogueira,
Que eu sinto frio no….coração!
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Autor:Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar
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