PORTO; ALMA BARRA ABERTA AO MAR!
Ouvem falar de ti,
Provam teu vinho,
Leem teu nome;
Vinho do Porto;
Parte maior do nome duma nação;
Portugal;
De futebol campeão
E património mundial!
Trazem nos seus corpos
Olhos fotográficos
Nos presépios de pedra focados,
Por escarpas alcantilados,
E tu ficas contente, feliz,
Por veres tão feliz gente em ti
E por ti se encantar!
Porto,
Tu gostas sempre de te dar,
Teu coração,
Tua alma sempre barra aberta ao mar
Para quem, por bem,
Em ti queira entrar.
Queres que pelo teu rio acima naveguem
E descubram no Douro
Tesouros das suas vinhas;
O vinho que bebem!
Queres que sua paisagem inebrie
Coração e alma aos que a ti vem!
Depois,
Cada corpo, ao ir-se embora,
Torna-se num torna viagem,
Com saudade de tudo o que viu
No melhor destino europeu;
PORTO.
Com tua beleza,
Com teu Douro,
Com tuas boas e francas gentes
Sabes sempre bem receber
E tens sempre um Porto para dar,
Para beber!
Ninguém, que a ti vem,
Jamais te pode esquecer;
Porto, parte maior do nome de Portugal.
Tua alma sempre barra aberta ao mar,
Para quem, por bem, queira entrar
E em ti estar!
PORTO
sábado, 6 de julho de 2013
Oração
ORAÇÃO
Senhor,.
aqui estou à Vossa mercê.
Sabeis que não me atrevo a pedir-Vos algo.
Sei apenas que me destes ironia
para descobrir minha própria hipocrisia!
Senhor,
mas que tal não descobrir,
também, a dos outros,
(que não são poucos)
que se armam em anjinhos
e na vida vão pecando,
pecando,
e hipocritamente rezando,
rezando para que o mal,
que a outros vão fazendo,
outros não o vendo
e Vós perdoando?!
Mas, Vós sabeis bem como é;
porque sois autores da criação!
Nesta vida, vamos andando
sendo sempre o que fomos,
pecando, rezando,
pedindo-Vos perdão e salvação!
Que nos achais? Uns cromos?
Senhor, aqui à Vossa mercê,
nada peço para mim,
porque, não me esqueço,
que desde que nasci
Vós só me dais o que mereço!
Senhor,
obrigado por vossa paciência;
é que ler-me ou ouvir-me
é grande penitência
Senhor,.
aqui estou à Vossa mercê.
Sabeis que não me atrevo a pedir-Vos algo.
Sei apenas que me destes ironia
para descobrir minha própria hipocrisia!
Senhor,
mas que tal não descobrir,
também, a dos outros,
(que não são poucos)
que se armam em anjinhos
e na vida vão pecando,
pecando,
e hipocritamente rezando,
rezando para que o mal,
que a outros vão fazendo,
outros não o vendo
e Vós perdoando?!
Mas, Vós sabeis bem como é;
porque sois autores da criação!
Nesta vida, vamos andando
sendo sempre o que fomos,
pecando, rezando,
pedindo-Vos perdão e salvação!
Que nos achais? Uns cromos?
Senhor, aqui à Vossa mercê,
nada peço para mim,
porque, não me esqueço,
que desde que nasci
Vós só me dais o que mereço!
Senhor,
obrigado por vossa paciência;
é que ler-me ou ouvir-me
é grande penitência
Latidos poéticos.
LATIDOS POÉTICOS
Na escrita do deve e haver
Entre forte e fracos,
Os fortes têm a casa do Poder
Os fracos; criados de quartos!
Entre senhorios e inquilinos
Há sempre questões:
Os senhores: uns cretinos
A imporem as condições!
Quando os fracos vão à justiça
Buscando da moral o norte,
Depois de muita liça
Quem vence é o mais forte!
Quem senhores anda a servir
E algum poder deles toma,
Acaba por poder construir
E senhor também se torna!
Os fracos reivindicam direitos
Os fortes impõem-nos tortos,
Após guerras e pleitos
Milhões de fracos mortos!
E a poesia?
Que faz a poesia na vida?
A poesia nunca governou vida
Nem governos soube governar,
A poesia; canção de fracos, ” latida”
À caravana do Poder a passar!
Nunca se soube de governos de poetas!
Embora governos tenham alguns,
Mas, decretos publicados em poemas
Nunca se soube de nenhuns!
Como mera opinião,
De tudo o que na vida vi,
Tenho como conclusão:
Que quem anda a servir outros,
Deve aprender,
Rapidamente ou aos poucos,
A ser senhor de si!
Não adianta ao deus dos fracos rezar
Para ter sorte de se tornar forte,
Pois são os fortes que fazem o altar
Onde os fracos vão adorar!
O fraco esquece
Que o poder não está em quem manda,
Mas sim em quem obedece,
Se não obedecer a quem manda
A roda ao contrário desanda!
Depois, novamente,
Os fracos reivindicarão direitos,
Os fortes imporão tortos!
Assim sempre será
Enquanto houver gente;
Fracos a obedecer,
Fortes a mandar fazer altar
Para os fracos os adorar!
Eu era para falar de esperança,
Mas a esperança está em coma
E poesia não é coisa que se coma!
Por tudo que já vi,
Quem não quer ser doutros
Tem que ser senhor de si!
Quem anda sempre mandado
De mandado não é cansado!
Os fracos reivindicam direitos!
Os fortes impõem tortos!
Nunca se soube de governos de poetas!
Embora governos tenham alguns,
Mas, decretos publicados em poemas
Nunca se soube de nenhuns!
Por tudo que já vi,
Quem não quer ser doutros
Tem que ser senhor de si!
Na escrita do deve e haver
Entre forte e fracos,
Os fortes têm a casa do Poder
Os fracos; criados de quartos!
Entre senhorios e inquilinos
Há sempre questões:
Os senhores: uns cretinos
A imporem as condições!
Quando os fracos vão à justiça
Buscando da moral o norte,
Depois de muita liça
Quem vence é o mais forte!
Quem senhores anda a servir
E algum poder deles toma,
Acaba por poder construir
E senhor também se torna!
Os fracos reivindicam direitos
Os fortes impõem-nos tortos,
Após guerras e pleitos
Milhões de fracos mortos!
E a poesia?
Que faz a poesia na vida?
A poesia nunca governou vida
Nem governos soube governar,
A poesia; canção de fracos, ” latida”
À caravana do Poder a passar!
Nunca se soube de governos de poetas!
Embora governos tenham alguns,
Mas, decretos publicados em poemas
Nunca se soube de nenhuns!
Como mera opinião,
De tudo o que na vida vi,
Tenho como conclusão:
Que quem anda a servir outros,
Deve aprender,
Rapidamente ou aos poucos,
A ser senhor de si!
Não adianta ao deus dos fracos rezar
Para ter sorte de se tornar forte,
Pois são os fortes que fazem o altar
Onde os fracos vão adorar!
O fraco esquece
Que o poder não está em quem manda,
Mas sim em quem obedece,
Se não obedecer a quem manda
A roda ao contrário desanda!
Depois, novamente,
Os fracos reivindicarão direitos,
Os fortes imporão tortos!
Assim sempre será
Enquanto houver gente;
Fracos a obedecer,
Fortes a mandar fazer altar
Para os fracos os adorar!
Eu era para falar de esperança,
Mas a esperança está em coma
E poesia não é coisa que se coma!
Por tudo que já vi,
Quem não quer ser doutros
Tem que ser senhor de si!
Quem anda sempre mandado
De mandado não é cansado!
Os fracos reivindicam direitos!
Os fortes impõem tortos!
Nunca se soube de governos de poetas!
Embora governos tenham alguns,
Mas, decretos publicados em poemas
Nunca se soube de nenhuns!
Por tudo que já vi,
Quem não quer ser doutros
Tem que ser senhor de si!
Ai este país!
Ai este país!
Há um povo,
Que quer ser feliz,
Mas não sabe como fazer,
Não se sabe governar,
Num país,
Onde cada um se quer governar,
E quem governa a todos,
A todos anda a roubar!
Ai este país,
P aís de poetas,
De escritores,
De engenheiros
De doutores,
Que ser feliz,
Que há muito empo tem universidade,
Mas, este pais,
Que quer ser feliz,
Quase sempre infeliz
A viver da caridade!
Pede aqui,
Pede acolá
E gasta sempre mais do que há?
Quem o Povo?
Não, engenheiros,
Doutores
E outros em relâmpagos doutorados,
Que governam quem quer ser feliz,
Quem se quer governar,
Que acabam por descobrir
Que quem manda
Num espetáculo circense,
Aa todos anda a roubar,
Com “palhaços” a comandar,
A fazer rir o povo,
Que quer ser feliz,
De novo.
Que ser quer governar
E que quem mande
Não ande a roubar!
Ai este país!
Para quando a felicidade,
De não viver da caridade
De não rezar em S. Bento
Nem comer pastéis de Belém?
Ai este país,
Este Povo de bem,
Quase sempre infeliz
Com os governos que tem,
Mas continua a rezar em S. Bento
E a comer pastéis de Belém!
Ámen
……….xxxxxxxxxxxx……………
*Sem ofensa aos palhaços,
Que sabemos quanto pagamos para nos fazerem rir!
Os outros “palhaços”, de que falo,
Fazem seus números
Depois apresentam-nos a conta
De camarote,
Como se tivéssemos visto o número do “calote”!
Há um povo,
Que quer ser feliz,
Mas não sabe como fazer,
Não se sabe governar,
Num país,
Onde cada um se quer governar,
E quem governa a todos,
A todos anda a roubar!
Ai este país,
P aís de poetas,
De escritores,
De engenheiros
De doutores,
Que ser feliz,
Que há muito empo tem universidade,
Mas, este pais,
Que quer ser feliz,
Quase sempre infeliz
A viver da caridade!
Pede aqui,
Pede acolá
E gasta sempre mais do que há?
Quem o Povo?
Não, engenheiros,
Doutores
E outros em relâmpagos doutorados,
Que governam quem quer ser feliz,
Quem se quer governar,
Que acabam por descobrir
Que quem manda
Num espetáculo circense,
Aa todos anda a roubar,
Com “palhaços” a comandar,
A fazer rir o povo,
Que quer ser feliz,
De novo.
Que ser quer governar
E que quem mande
Não ande a roubar!
Ai este país!
Para quando a felicidade,
De não viver da caridade
De não rezar em S. Bento
Nem comer pastéis de Belém?
Ai este país,
Este Povo de bem,
Quase sempre infeliz
Com os governos que tem,
Mas continua a rezar em S. Bento
E a comer pastéis de Belém!
Ámen
……….xxxxxxxxxxxx……………
*Sem ofensa aos palhaços,
Que sabemos quanto pagamos para nos fazerem rir!
Os outros “palhaços”, de que falo,
Fazem seus números
Depois apresentam-nos a conta
De camarote,
Como se tivéssemos visto o número do “calote”!
Governo em cavacos!
GOVERNO EM CAVACOS
O Governo do Povo,
Vestido de farrapos,
Feito em cavacos,
Quando mais roto
Põe-lhe mais um trapo,
E eis,
Novamente,
Um Governo novo,
Vestido de farrapos,
De trapos,
Cada vez mais em cavacos,
Do melhor que há,
Com fotos na OLÁ!
……….xxxxxxxxxxxx………
Autor:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
O Governo do Povo,
Vestido de farrapos,
Feito em cavacos,
Quando mais roto
Põe-lhe mais um trapo,
E eis,
Novamente,
Um Governo novo,
Vestido de farrapos,
De trapos,
Cada vez mais em cavacos,
Do melhor que há,
Com fotos na OLÁ!
……….xxxxxxxxxxxx………
Autor:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
quarta-feira, 3 de julho de 2013
VERTENTES
VERTENTES
Das vertentes das montanhas
Descem correntes d’água,
Que formam marés tamanhas,
Que pelos rios chegam à foz
E fazem largo mar!
Das vertentes dos nossos olhos
Descem rios de lágrimas;
Rios de mágoa do mar da tristeza
Que há em nós!
Se rios fazem mares,
Rios de lágrimas
Das nossas tristezas,
Das nossas ilusões,
Dos nossos desenganos,
Lágrimas não fazem só mares,
Mas sim oceanos,
Com grandes monções,
Onde se afogam amores
E corações!
Por que é que choramos?
Será que chorar é fazer mar
Para o barco da tristeza navegar?
……………xxxxxxxxxx……………..
Autor deste original e inédito:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar
Das vertentes das montanhas
Descem correntes d’água,
Que formam marés tamanhas,
Que pelos rios chegam à foz
E fazem largo mar!
Das vertentes dos nossos olhos
Descem rios de lágrimas;
Rios de mágoa do mar da tristeza
Que há em nós!
Se rios fazem mares,
Rios de lágrimas
Das nossas tristezas,
Das nossas ilusões,
Dos nossos desenganos,
Lágrimas não fazem só mares,
Mas sim oceanos,
Com grandes monções,
Onde se afogam amores
E corações!
Por que é que choramos?
Será que chorar é fazer mar
Para o barco da tristeza navegar?
……………xxxxxxxxxx……………..
Autor deste original e inédito:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
Gondomar
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Nova Câmara de Gondomar na Foz da Sousa
Nova Câmara de Gondomar na Foz da Sousa.
“Brasília foi construída (as obras começaram em novembro de 1956, depois de Juscelino sancionar a lei nº 2.874) a fim de ser a nova capital do Brasil. A idéia era transferir a capital do Rio de Janeiro para o interior do país. Ao transladar a capital para o interior, o governo pretendia povoar aquela região.” (da net)
Há muito que defendo que o novo e há muito necessário edifício da Câmara Municipal de Gondomar devia ser na freguesia denominada Foz do Sousa, na área onde está a atual junta. Que ficaria mais equidistante a todos os Gondomarenses.
Acontece que os nossos políticos tendem a governar para o imediato e não querem assumir o combate contra interesses instalados, com o chavão de governar é para as pessoas e como tal onde há muitas pessoas, não se preocupando num desenvolvimento mais homogêneo do território que administrado, prejudicando o desenvolvimento homogêneo do todo e só beneficiando uma parte. O governar para o imediato é satisfazer áreas da concentração eleitoral, central, gerando maior caos urbanístico e viário! Claro que candidato à Câmara, que diga que fará o novo edifício da Câmara na freguesia da Foz do Sousa arrisca-se a não ter o apoio dos 41.364 eleitores de Rio-Tinto, porque o egoísmo de cada um é querer Esquadra, Tribunal, Posto de Saúde, Finanças, a Câmara, tudo à porta, borrifando-se para outros Gondomarenses, os de Melres, por exemplo, que tenham de percorrer 30km para vir à sua Câmara, enquanto que, um dos argumentos dos separatistas rio-tintenses, (antes da construção da Via da Conduta) para puxarem a sardinha à sua brasa de Rio-Tinto a Concelho, alegavam que percorrer 4km até à Câmara era muito longe! Imaginem.
Devem considerar-me um louco, por pugnar pela construção da nova Câmara de Gondomar na Sousa. Não admira, porque também a resistência foi grande quando, o Presidente Juscelino Kubitschek, decretou, de acordo com a Constituição Brasil, que a capital fosse no interior, visando interior do mesmo. Foi em Brasília, a duas horas do Rio. Quando visitei Brasília, nos anos 80, ainda apanhei muita polémica de descontentamento por tal ousadia! No Rio de Janeiro, de onde se transferiram, a partir da década de 60, serviços governamentais e embaixadas, é que era o bem bom!
Porém, passados poucos anos, deu logo para perceber a mais valia que foi a nova capital ser novo centro de desenvolvimento a partir do interior, visando o desejado maior desenvolvimento do todo e não só do litoral! Salvaguardando as devidas diferenças, acontece caso o mesmo em Gondomar, como o desenvolvimento concentrado nas freguesias urbanas encostadas, ou quase, ao Porto; Valbom, S.Cosme, Rio-Tinto e Baguim, sendo o resto quase só paisagem! O total dos eleitores das quatro freguesias (das doze que compõem Gondomar), totalizam 88.019 eleitores, representado 62% do total dos 14.0599 eleitores Gondomarense, inscritos em 2009.
A Câmara, sedeada na Foz de Sousa, seria um novo polo dinamizador do Concelho, com rápido e desafogado acesso ao Porto, completando a o tráfego da D. Miguel! Assim, a marginal do Douro, com curvas e mais curvas, não serve o desenvolvimento Gondomarense. Ainda me lembro, no início da década de, 50 do século passado, da inauguração, pelo General Craveiro Lopes, da ponte sobre o Rio Sousa. Desde então, a marginal parou no tempo, com os barcos-hotel rio acima no Douro e Gondomar a vê-los passar!
Até hoje, nunca li nem ouvi nenhum executivo camarário exigir ou a reivindicar a transformação da marginal do Douro, ao longo dos 30kms de margem gondomarense, numa boa via rápida, de molde a proporcionar melhor e mais rápido acesso às freguesias do Alto- Concelho; Covelo, Medas e Melres. É mais que tempo de avançar com essa premente necessidade, pois que não é só por barco que se pode aproveitar a âncora do turismo que é o Rio Douro, pois urgente se torna criar pontos de suporte, via terrestre, ao longo das margens Gondomarenses, que para se possa de usufruir de várias valências ao dispor dos futuros e cada vez mais turistas do Douro, nacionais ou internacionais.
Câmara na Sousa, já.
Via Rápida, já!
Abaixo as curvas, já!
………………………..xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx……………….
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
Subscrever:
Mensagens (Atom)