NEM ROTA NEM FROTA
Portugal descobriu novos mundos,
foi nome por mundos viajado,
porém, ainda continua sem fundos
e na Europa muito atrasado!
Que grande Povo descobridor, este
que descobriu mundos e riquezas,
mas em si tem pouco que preste,
exceto cantar fados de tristezas!
A Portugal poetas não lhe faltam
para lhe cantar poemas de história
que dela jamais se arrancam
Grande que foi, mas de tão vã glória,
que outros povos ainda se espantam
do progresso ainda não ter vitória!
xx
Em sua vida teve tanta riqueza!
Tanto dinheiro,
mas ainda tão caloteiro,
com tamanha dívida!
...xx..
Autor: Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Regresso
Regresso
ao lugar do ingresso,
para ingressar
para prazer de,
no regresso, mostrar,
é que nem sempre quando se vai
nem sempre se regressa,
O importante é,
sempre voltar ao lugar que se gosta,
o resto pouco importa.
.....xxxx...
Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque
ao lugar do ingresso,
para ingressar
para prazer de,
no regresso, mostrar,
é que nem sempre quando se vai
nem sempre se regressa,
O importante é,
sempre voltar ao lugar que se gosta,
o resto pouco importa.
.....xxxx...
Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque
quinta-feira, 24 de março de 2016
Letra de fado
Isto de esperar que
a poesia seja amor!
que seja romance!
que paz alcance!
que dê abraços
que seus versos masturbem lábios!
Bolas!
O que esperam da poesia!
Porém,
poesia é tudo,
tudo o que nela a vida tem,
quando "fodida" também,
aí até dá letra de fado,
e vai de de terra em terra
cantar a tristeza d'alguém,
e batem palmas,
palmas,
palmas à tristeza!
E, assim se masturbam
na poesia da desgraça,
quando, afinal,
toda a poesia é sempre
só mais um dia
em que o sol nasce e por nós passa!
a poesia seja amor!
que seja romance!
que paz alcance!
que dê abraços
que seus versos masturbem lábios!
Bolas!
O que esperam da poesia!
Porém,
poesia é tudo,
tudo o que nela a vida tem,
quando "fodida" também,
aí até dá letra de fado,
e vai de de terra em terra
cantar a tristeza d'alguém,
e batem palmas,
palmas,
palmas à tristeza!
E, assim se masturbam
na poesia da desgraça,
quando, afinal,
toda a poesia é sempre
só mais um dia
em que o sol nasce e por nós passa!
sábado, 30 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
LEVA-ME
LEVA-ME
Se me despires,
até à minha inocência,
levar-me-ás
à pureza do meu cristalino,
à retina dos
horizontes,
ao espanto do acontecer
ao espanto de te
ver!
Sim,
ai se me
levasses!
Leva-me,
livra-me do caleidoscópio
dos nadas;
do tudo e nada que me rodeiam!
Sê tu meu
reinício.
Faz com que eu
seja pérola
no colar dos
teus desejos.
Quero, com a
minha inocência,
bailar no palco das
ânsias do teu olhar.
Se me despires,
até à pureza do meu
cristalino,
poderás comigo
brincar;
serei o teu
menino.
Despe-me.
Livra-me de
todos- os- nadas.
Para mim és
tudo!
……..XXXXXX……..
Autor: Figas de
Saint Pierre de Lá-Buraque
Gondomar
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Poema do nada
POEMA DO NADA
Um nada
tornou-se corpo
e estendeu sua mão ao meu,
absorto com o nada da ocasião,
eu e o nada fomos passear,
vimos coisas importantes,
mas o nada sempre a notar
que tudo será nada
e estendeu sua mão ao meu,
absorto com o nada da ocasião,
eu e o nada fomos passear,
vimos coisas importantes,
mas o nada sempre a notar
que tudo será nada
como dantes!
O nada,
sempre a mim
tão colado,
que parece toda a minha condição!
que parece toda a minha condição!
Eu ter de ir,
com ele,
a todo o lado com meu nada
é a única solução!
Ao ver coisas impantes,
a todo o lado com meu nada
é a única solução!
Ao ver coisas impantes,
o nada, a meu
lado,
nunca calado,
nunca calado,
diz-me que
coisas
importantes serão sempre nada
como dantes!
Eu já desconfiava,
que quando do nada nasci
era o nada que me acompanhava
em tudo que fiz e vivi!
.......XXXXXX.........
Silvino Figueiredo
importantes serão sempre nada
como dantes!
Eu já desconfiava,
que quando do nada nasci
era o nada que me acompanhava
em tudo que fiz e vivi!
.......XXXXXX.........
Silvino Figueiredo
(Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque)
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