Enjoem os nabos
Viajar é ver outros mundos, outras sensibiidades,
outras culturas, outras religiões, outros deuses!
Pela natureza da profissão que exerci, em férias ou em serviço,
tive a sorte de ter viajado um pouco, por isso, às vezes e sem querer, muito naturalmente, comparo Gondomar com muito do que vi, e não fico contente!
Algumas das cidades, abaixo mencionadas, foram, por mim, várias vezes visitadas. Ainda agora, duma viagem regressado,
sorri ao constatar a alegria, que reina em Gondomar,
com a festa que fazem com os nabos!
No Portal de Gondomar, vou vendo os jogos da estratégia, de informação e contra-informação, mas enquanto derem muito valor aos nabos, (ó Darwin, ressuscita e anda cá ver) não haverá evolução!
Em relação às próximas eleições, já andam a remexer no lixo dos políticos, para ver se encontram um “nabo dourado” para apresentar ao eleitorado!
Por mim, há um vereador, por quem tenho muito respeito,
todavia nenhum dos da vereação, só pelo facto de estarem muito contaminados, merece qualquer eleição! Gondomar merece melhor que políticos reciclados; de partidários a independentes. Sobretuddo, é tempo de enjoar os nabos, que nos tem andado a governar como o Gama, que originou o verbo gamar!
Madrid, Paris
Bruxelas, Londres
Copenhagen, Milão
Brasília, Rio de Janeiro
São Paulo, Santos
Recife, Porto de Galinhas
Fortaleza, Gaibú
Maputo, Beira
Casablanca
Ilha de S. Vicente
Ilha do Sal
Ilha de Santo Antão
Ilha da Madeira
Ilha do Porto Santo
Ilha de Santiago
Ilha de S. Miguel
Buenos Aires
Olinda, Fortaleza
Nova York
Cidade do México
Los Angeles, Havana
Varadero
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Assina um Gondomarense, que não gosta de nabos:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
terça-feira, 28 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Sonhos
Sonhos
Um poeta falou de seus sonhos
deles fez versos
belas imagens
que, como sabeis,
são pinturas em telas,
expostas em sua mente,
sem querer saber do seu autor
nem de seus pincéis!
Os sonhos;
realidades virtuais!
O poeta fala de seus sonhos
quando acaba reina a realidade.
Fica admirado
ou talvez não,
porque
o poeta continua a sonhar
mesmo acordado!
Como sabeis,
o poeta é um mestre do sonho
da ilusão,
e às vezes, mesmo a dormir,
quase sempre a fingir
a pinta sentimentos
sem saber de quem são os pincéis!
Já dizia um nosso maior
que um poeta é um fingidor,
por isso um poeta sonha
e aos sonhos dá qualquer cor!
O poeta fala de seus sonhos!
É um sonhador!
Mas,
não admira que,
mesmo acordado,
um poeta fale de amor!
..............xxxxxxxxxxx..............
Autor: Silvino Figueiredo
Gondomar
Um poeta falou de seus sonhos
deles fez versos
belas imagens
que, como sabeis,
são pinturas em telas,
expostas em sua mente,
sem querer saber do seu autor
nem de seus pincéis!
Os sonhos;
realidades virtuais!
O poeta fala de seus sonhos
quando acaba reina a realidade.
Fica admirado
ou talvez não,
porque
o poeta continua a sonhar
mesmo acordado!
Como sabeis,
o poeta é um mestre do sonho
da ilusão,
e às vezes, mesmo a dormir,
quase sempre a fingir
a pinta sentimentos
sem saber de quem são os pincéis!
Já dizia um nosso maior
que um poeta é um fingidor,
por isso um poeta sonha
e aos sonhos dá qualquer cor!
O poeta fala de seus sonhos!
É um sonhador!
Mas,
não admira que,
mesmo acordado,
um poeta fale de amor!
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Autor: Silvino Figueiredo
Gondomar
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Pintores que pintam por dentro
Pintores que pintam por dentro
Quando faltam pincéis!
Quando na tinta não há côr!
Quando tudo é preto!
Quando se esvai a inspiração!
Quando a vida nos trama
É quando nos sentimos em ascensação,
E sem paleta,
Sem pincéis,
Sem cores,
Pinta-se, com os dedos da mão,
O sentir da alma na ardência
e no esfriamento dos amores!
Quando a obra nasce,
Sob luminosa luz,
Reina a calma,
O contentamento,
Por nos termos pintado por dentro!
......................xxxxxxxxxxxx............... .......
Autor: Silvino Tavaeira Machado Figueiredo
(o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
Quando faltam pincéis!
Quando na tinta não há côr!
Quando tudo é preto!
Quando se esvai a inspiração!
Quando a vida nos trama
É quando nos sentimos em ascensação,
E sem paleta,
Sem pincéis,
Sem cores,
Pinta-se, com os dedos da mão,
O sentir da alma na ardência
e no esfriamento dos amores!
Quando a obra nasce,
Sob luminosa luz,
Reina a calma,
O contentamento,
Por nos termos pintado por dentro!
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Autor: Silvino Tavaeira Machado Figueiredo
(o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
Um deixa andar
Fogo por todo mundo,
água por toda a terra,
vidas no fogo a queimar
ou na água a navegar!
Os deuses,
esses estão-se a guerrear
ou a passaar férias;
num deixa andar!
...............sssssssssss....................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
água por toda a terra,
vidas no fogo a queimar
ou na água a navegar!
Os deuses,
esses estão-se a guerrear
ou a passaar férias;
num deixa andar!
...............sssssssssss....................
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
Tempo, silêncio; lapidadores de palvras como de diamantes
Tempo,
silêncio,
lapidadores de palavras como diamantes!
O tempo e o silêncio procuram palavras,
como diamantes,
avaliam seus quilates,
avivam-llhe arestas,
mas ficam contentes,
quando na terra,
no seu leito,
encontram um diamante de amor em bruto,
e com o tempo e em silêncio,
lapidam-no
para o pôr a brilhar num peito perfeito!
O tempo e o silêncio
fazem diamantes das palavras.
mas faltam peitos
para as usarem, eternamente!
Os diamantes
não gostam de ser enterrados,
mas sim, sempre,
por novos amores usados!
como palavras gostam de ser lembradas,
por outras bocas faladas!
Bocas há muitas,
mas diamantes não,
e se diamantes brilham no peito,
palavras-diamantes brilham no coração!
.................xxxxxxxxxxxxxxxxx...........
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
/figas de sain pierre de lá-buraque)
Gondomar
silêncio,
lapidadores de palavras como diamantes!
O tempo e o silêncio procuram palavras,
como diamantes,
avaliam seus quilates,
avivam-llhe arestas,
mas ficam contentes,
quando na terra,
no seu leito,
encontram um diamante de amor em bruto,
e com o tempo e em silêncio,
lapidam-no
para o pôr a brilhar num peito perfeito!
O tempo e o silêncio
fazem diamantes das palavras.
mas faltam peitos
para as usarem, eternamente!
Os diamantes
não gostam de ser enterrados,
mas sim, sempre,
por novos amores usados!
como palavras gostam de ser lembradas,
por outras bocas faladas!
Bocas há muitas,
mas diamantes não,
e se diamantes brilham no peito,
palavras-diamantes brilham no coração!
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
/figas de sain pierre de lá-buraque)
Gondomar
Portuagl, parque de diversão!
A crise,
o orçamento,
a revisão da Constituição,
a reforma da Educação,
a queda do Governo
a salvação dos sem eira nem beira,
a quem os políticos pôem o sol na moleira
e sem tostão na carteira,
depois,
ainda temos,
a reforma da Eduação,
o fim dos maus caçadores
por causa do fim dos chumbos,
que, sem chumbo caçarão com furão!
Eis a crise,
o orçamento,
a revisão da Constituição
a reforma da Educação,
só nos falta um foguetão,
que leve Portugal para a Lua
e o Sócrates e o Passos
continuarem com a diversão
de cantarem a canção:
"Estamos na Lua.
Estamos na Lua!"
enquanto nós na crise do orçamento,
na crise da revisão da Constituição,
na reforma da educação,
enquanto eles na Lua,
e nós, cá em baixo,
em Portugal;
como muitas festas,
com muito fogo,
enfim,
num grande Parque de Diversão!
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
o orçamento,
a revisão da Constituição,
a reforma da Educação,
a queda do Governo
a salvação dos sem eira nem beira,
a quem os políticos pôem o sol na moleira
e sem tostão na carteira,
depois,
ainda temos,
a reforma da Eduação,
o fim dos maus caçadores
por causa do fim dos chumbos,
que, sem chumbo caçarão com furão!
Eis a crise,
o orçamento,
a revisão da Constituição
a reforma da Educação,
só nos falta um foguetão,
que leve Portugal para a Lua
e o Sócrates e o Passos
continuarem com a diversão
de cantarem a canção:
"Estamos na Lua.
Estamos na Lua!"
enquanto nós na crise do orçamento,
na crise da revisão da Constituição,
na reforma da educação,
enquanto eles na Lua,
e nós, cá em baixo,
em Portugal;
como muitas festas,
com muito fogo,
enfim,
num grande Parque de Diversão!
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
Os canhões disparam, depois reina o silêncio!
O segredo da serenidade é
não perturbar o instalador dos silêncios,
não perturbar sua quietude!
O segredo da serenidade é
ouvir nossos ruídos interiores,
não os deixar poluir a bandeja de luz,
oferecida todos os dias,
onde reflectimos nossos sonhos,
derramados no escoar do tempo diurno
a caminho do silêncio nocturno;
o futuro!
Treinemos a tempo!
As revoluções fazem muito barulho!
depois reina o silêncio!
Os canhões disparam,
depois apodrecem,
e apenas reina o silêncio!
..............xxxxxxxxxxxxxxxx............
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
não perturbar o instalador dos silêncios,
não perturbar sua quietude!
O segredo da serenidade é
ouvir nossos ruídos interiores,
não os deixar poluir a bandeja de luz,
oferecida todos os dias,
onde reflectimos nossos sonhos,
derramados no escoar do tempo diurno
a caminho do silêncio nocturno;
o futuro!
Treinemos a tempo!
As revoluções fazem muito barulho!
depois reina o silêncio!
Os canhões disparam,
depois apodrecem,
e apenas reina o silêncio!
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Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
(o figas de saint pierre de lá-buraque)
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